Ministério Público & Escola Sem Partido

O doutor Miguel Nagib, coordenador do projeto Escola Sem Partido, escreveu o seguinte post em seu perfil na rede social:

A ação de improbidade administrativa ajuizada pelo MPF contra o uso político e partidário do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, é a prova de que, se o Ministério Público cumprisse o seu dever (mas, para isso, seria necessário que ele não tivesse sido aparelhado pela mesma esquerda que ocupou as escolas e universidades), o Escola Sem Partido não teria o que fazer.

Enquanto figuras probas como o procurador Fábio Moraes de Aragão (que está movendo a ação mencionada acima) cumprem de modo correto com seu dever, agindo na estrita observância da lei, outros integrantes do Ministério Público se prestam ao papel de militantes agindo à revelia da lei e usando o peso e o poder da instituição para perseguir e intimidar os que não seguem a cartilha ideológica da esquerda.

Um exemplo tem sido o caso do prefeito do município de Ariquemes-RO, Thiago Flores, que vem sendo literalmente perseguido pelo Ministério Público no estado por cumprir determinação da Câmara Municipal e dos moradores do município e retirar os conteúdos relacionados à ideologia de gênero nos materiais didáticos distribuídos aos alunos da rede de ensino público da cidade.

Esse tema foi objeto de um hangout do qual participou o prefeito, o Dr. Miguel Nagib, a Dra. Beatriz Kicis e a ativista Bruna Luíza. O hangout foi organizado pelo Terça-Livre e a gravação pode ser vista no vídeo mais abaixo.

A esse propósito da atuação do Ministério Público, estamos no aguardo para saber se a instância corregedora do órgão irá de fato punir a militante Débora Duprat, procuradora cuja ação é pautada pelo cumprimento integral de uma agenda ideológica comunista que inclui, entre outros, o questionamento do pátrio poder, um dos princípios basilares do direito natural.

Ficamos no aguardo para saber se tal procuradora será efetivamente punida, com uma punição que seja dura o bastante nos termos da lei para que ela cesse com sua militância comunista no órgão, ou se será apenas um procedimento burocrático formal, que não a impedirá de continuar agindo como integrante da elite do estamento burocrático que é muito bem remunerada com recursos públicos para exercer seu ativismo de militante comunista.



 

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