Mais Imposturas Pseudo-Intelectuais de Reinaldo Azevedo

048


por paulo eneas
O colunista Reinaldo Azevedo não é alguém com quem valha a pena gastar muita tinta virtual. Mas como ainda lhe resta algum público residual, vale a pena fazer algumas observações sobre seu artigo dessa segunda-feira na Folha de São Paulo e seus comentários em seu perfil na rede social:

 O colunista não sabe a diferença entre globalismo e globalização, e portanto não tem qualificação nem competência alguma para qualquer discussão séria sobre geopolítica.

 Sob pretexto de condenar a demonização da política, o colunista defende de modo ferrenho a mesma classe política que há décadas demonizou de fato a política, transformando-a no balcão de negócios criminosos contrários aos interesses da nação.

 O colunista condenou as manifestações desse domingo não pelos seus possíveis vícios, mas pelas suas virtudes: as pessoas foram às ruas ontem contra a classe política que o colunista tanto defende e protege, especialmente os integrantes de seu partido.

 O colunista defende a lista fechada nas eleições, que chama eufemisticamente de lista pré-ordenada, usando o mesmo argumento mentiroso e cínico das esquerdas e da classe política: uma vez que o financiamento das campanhas é público, a lista fechada é inevitável. Não existe inevitabilidade em política, mas sim decisões, tomadas por pessoas de carne e osso. Lista fechada representa a decisão da classe política de cassar do eleitor o direito de escolher seus representantes.

 Reinaldo Azevedo diz que a Lava Jato nunca esteve sob ataque. O que classe política mais tem feito em tempos recentes é tentar aprovar medidas para liquidar ou tornar inócuos os efeitos da Lava Jato. Aqui o colunista resolve simplesmente mentir, exibindo um completo desprezo pela inteligência dos leitores que ele ainda tem.

 O colunista também mente ao chamar de extemporânea o suposto pedido de revisão do Estatuto do Desarmamento. Desafiamos Reinaldo Azevedo a mostrar aos leitores que ainda lhe restam quem foi para a ruas domingo para pedir “revisão” do Estatuto do Desarmamento. Com a exceção de um único grupo, todos os demais foram claros na exigência do fim do tal estatuto, e não sua revisão.

O fato é que o colunista está aos poucos se tornando uma figura pós-caricata, que se lançou numa missão quixotesca de atacar a direita usando o repertório e clichês e falácias da esquerda, ao mesmo tempo em que procura desesperadamente proteger a classe política sob pretexto de defesa do Estado Democrático de Direito. Reinaldo Azevedo tornou-se o non-sense da grande imprensa e em breve se tornará um não-assunto.

Com a colaboração de Angélica Ca. Foto: reprodução da internet
#CriticaNacional #TrueNews


 

7 comments

  1. Mas até ontem ele era “O Cara”, quem vai ser o próximo, Hollydei? – Cataguri?, Joaquim? Sherasade? Hasselmann? Uma coisa eu digo, nõs só teremos um bom governo quando pararmos de criar falsos herois.

  2. Traidores da pátria.
    Você se acostumou a escrever para idiotas e até conseguiu sucesso, já que 90% da população mundial é burra.
    Só defende bandido quem bandido é.
    Quem persegue e denigre uma atuação notável e única, como a turma da LavaJato que honestamente vem tentando fazer a lei ser cumprida, moralmente não merece respeito.
    Como disse acima se agasalha no sobretudo da quadrilha…
    Seu cinismo é digno de sua verborragia!
    Não és brasileiro apenas odeia o pt e eu muito ao contrário, odeio o pt, pmdb, psdb, pp, rede, etc.
    Arredondando, detesto ladrão ao contrário de você!

    sanconiaton

  3. Lista fechada: quem diria, Julius Azevedo, o homem dos cinco empregos (e hoje pleiteou o sexto, de Presidente da República, em face da cassação do Temer), de mãos dadas com o petista Vicente Cândido.

  4. Já abandonei as suas escrevinhações faz tempo, quando percebi que ele quer mesmo ser o “rei” de qualquer jeito. Cara narcisista sob vários prismas da psicanálise. Nem Freud entende…

Comentários