Assédio ou Ardil do Marxismo Cultural

por paulo eneas
Afinal, para uma mulher normal e mentalmente sã, e portanto não feminista, o que significa realmente um assédio? Talvez esse vocábulo seja somente mais um ardil do marxismo cultural destinado a colocar no mesmo nível, para fins de engenharia social, ao menos duas coisas distintas:

a) Atos reais de violência e admoestação, que obviamente são inaceitáveis e que devem ser combatidos e reprimidos na forma da lei.

b) Determinadas atitudes de parte dos homens que cada mulher pode individualmente considerar mais tolerável ou menos tolerável, sem que isso implique que tais atitudes se constituam em traços definidores de comportamento masculino na sua generalidade.

Se essa distinção se aplica e existe, então o termo assédio usado indistintamente em ambos as situações se presta tão somente a fazer guerra cultural. Uma guerra que é feita em prejuízo da necessária caracterização precisa de situações reais de violência ou de admoestação, justamente por conta dessa generalização.

#CriticaNacional #TrueNews


 

2 comments

  1. Tipificar como crime algo subjetivo é completamente insano, perigoso e inadmissível, pois uma postura qualquer – por ser subjetiva –, dependerá do humor do acusador e do julgador para se admitir se é ou não criminosa.
    Toda vez que lidamos com “tipificação de crimes” (admissão de posturas como sendo criminosas), precisa-se da objetividade, de se delimitar claramente e expressamente a postura que será admitida como sendo criminosa.
    No caso do “assédio sexual”, pergunta-se: há delimitações claras que exprimem quais são as posturas que se consideram como assédio sexual? A resposta é não.
    Isso faz com que um galanteio, uma sedução e uma “cantada” seja tipificada como assédio sexual, dependendo do humor da pessoa alvo dessa atenção.
    Quer coisa mais assutadora do quê essa?
    Outro exemplo é a questão da homofobia. O pessoal que ergue essa bandeira, não apresenta a responsabilidade e a seriedade de explicar de maneira objetiva o quê seria a homofobia (para eles, basta um “gay” ficar descontente para se admitir que ele sofreu homofobia).
    Detenho a total possibilidade e disponibilidade de delimitar, de tornar objetivo, o conceito de “assédio sexual” e “homofobia”.
    Aceito desafios.

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