Não Existe Extrema Direita

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por paulo eneas
O qualificativo extrema direita vem sendo usado pela grande imprensa para rotular pejorativamente as correntes políticas que fazem frente à agenda ideológica da esquerda globalista. Correntes estas que são em geral, mas nem sempre, conservadoras. O uso do termo extrema direita é um expediente de guerra política em sua dimensão semântica, ou seja, o emprego de palavras e expressões sem qualquer significado intrínseco próprio, mas que são adequadas para a finalidade a que se propõem: demonizar e deslegitimar o adversário, segundo uma prática que sempre foi usada pelos movimentos revolucionários.

O que historicamente se entende por direita são as correntes políticas formadas principalmente por conservadores e por um segmento dos liberais.  Portanto, uma suposta extrema direita seria uma corrente política formada por supostos “extremo-conservadores” e por supostos “extremo-liberais” que teriam em comum a defesa de uma também suposta extrema ausência do estado na vida das pessoas e das instituições. Desafiamos qualquer um a apresentar a definição, acompanhada de exemplos históricos que a corroborem, de uma suposta extrema direita que seja consistente com essa descrição.

A origem do termo e a falsificação histórica
O termo extrema direita surgiu no final da segunda guerra mundial com o objetivo de fazer o movimento revolucionário, que sempre se situou no campo da esquerda obviamente,  se livrar da herança da experiência nazi-fascista que esse mesmo movimento criou. O nazismo e o fascismo surgiram no início da década de vinte do século passado no escopo dos movimentos revolucionários europeus de então, e existe farta documentação histórica que mostra as origens marxistas dos movimentos nazista e fascista.

Não sem razão, o regime de Adolf Hitler em seus primeiros anos teve apoio ostensivo da União Soviética, que armou a Alemanha para que esta iniciasse o trabalho de dominação do continente europeu que, posteriormente, o próprio Joseph Stalin iria concluir, livrando-se do ditador nazista. Nesse sentido, o principal beneficiário do nazismo foi o regime soviético que, ao final da guerra, ficou com metade da Europa para si.

Passada a guerra e os horrores do Holocausto promovidos pelo nazismo, que se situavam na mesma escala de desumanidade que os horrores praticados pelos soviéticos em terras russas, o movimento comunista precisava apagar qualquer vestígio histórico de vínculo entre ele e o regime hitlerista. Daí nasce a falsificação histórica de atribuir a uma suposta extrema direita a origem do nazifascismo.

E dessa forma o termo extrema direita se tornou a principal arma semântica que o movimento revolucionário, incluindo comunistas, socialistas, socialdemocratas e toda escória da elite globalista e seus aliados muçulmanos, passou a adotar contra todos os adversários e inimigos de sua agenda ideológica. Por conseguinte, o que hoje a grande imprensa, porta-voz do movimento revolucionário e da elite islâmico-globalista, chama de extrema direita são as lideranças políticas que enfrentam e confrontam a agenda globalista em defesa da civilização ocidental.

Não existe nada de “extremo” nas posições defendidas e nas polítics implementadas por Donald Trump, Marine Le Pen, Jair Bolsonaro, Benjamin Netanyahu e outros, todos eles apresentados como sendo de extrema-direita pela grande imprensa, e também por parte de segmentos de esquerda do antipetismo no Brasil. O que há de comum entre essas figuras públicas é o enfrentamento direto que fazem, sem concessões ao politicamente correto, à agenda ideológica da esquerda globalista.

#CriticaNacional #TrueNews


 

9 comments

  1. Nada haver com a esquerda; direita seja ela extrema ou não, não tem nada haver com a esquerda; nada haver com com facismo nazismo stalinismo maoismo koreismo cubismo isso é tudo esquerda

    1. Nada ” a ver”, você quis dizer.
      O texto está se referindo ao lapidamento da expressão “extrema direita” e não ao seu conceito.

Comentários