Direito de Defesa & Redução do Estado com Segurança de Fronteiras & Proteção à Vida

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O direito à legítima defesa é tão fundamental, que nos Estados Unidos ele foi assegurado desde o início,  através da segunda emenda constitucional. Isto posto, no mundo da “política real” ou da arte do possível, até podemos votar num candidato capenga, contra outro ainda mais capenga. Mas a esta altura, fazer campanha para candidatos presidenciais do eixo socialista/socialdemocrata parece um erro bem grave.

A hora para os conservadores é de apoiar um direitista que, por um lado defenda a redução do Estado (pecado original na economia), mas por outro, preserve os sagrados direitos à defesa por meio da revogação do Estatuto do Desarmamento. Um candidato que defenda a vida, garantindo que o aborto e a eutanásia continuem proibidos no Brasil, e  que preserve nossos valores tradicionais como a família.

Também é importante resgatar a educação livre da doutrinação marxista nos colégios e garantir a segurança das nossas fronteiras contra inimigos externos, sejam eles portadores de passaportes ou não. E que garanta que o país não irá se submeter a um governo supranacional como a ONU.  Quem não abraçar essas bandeiras não merece o apoio da direita conservadora nesse momento.

André Gordon é economista e sócio da GTI Administração de Recursos 

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