A Prefeitura da Cidade de São Paulo & O Candidato Menos Ruim

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por paulo eneas
O tucano socialdemocrata João Doria tem sido um bom prefeito para a capital paulista? A percepção de uma boa parte dos paulistanos é que sim. Uma percepção em grande parte facilitada pela base de comparação, que é bastante favorável ao velho político tucano: ele sucedeu ao petista Fernando Haddad, de quem afirma ser amigo, que foi o pior prefeito que a cidade já teve.

Se houvesse segundo turno na eleição municipal do ano passado entre ele e algum outro candidato também da esquerda, seguramente recomendaríamos o voto ao tucano. Seria apenas a repetição de um script que já ocorre há décadas no país: a população como um todo, e a direita em particular, vota no candidato que considera menos ruim, e não naquele que considera melhor.

Nesse quesito, o PSDB se especializou em ser o melhor partido dos candidatos menos ruins: Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Geraldo Alckmin, João Doria. Isso posto, é possível que nas próximas eleições presidenciais ocorra um cenário em que a população, bem como a direita, precise novamente escolher um candidato menos ruim. Se for esse caso, de nossa parte não teremos dificuldade alguma em recomendar o voto a um candidato desse perfil.

Mas enquanto esse cenário não está posto pela realidade, entendemos que não faz sentido algum antecipá-lo numa admissão prévia de derrota. Entendemos que o momento não é de justificar o porquê de escolher antecipadamente um candidato menos ruim para presidente, mas sim de somar esforços em torno do nome daquele que é, ao nosso ver, o melhor candidato para presidente que o país tem hoje e que já teve nas últimas décadas: Jair Messias Bolsonaro.

#CriticaNacional #TrueNews


 

2 comments

  1. É a estratégia das tesouras em ação.

    Por isso já estão vendendo a ideia do menos ruim e não o melhor.

    Está militância orgânica e descentralizada para a candidatura de Bolsonaro tem q continuar. É ele não pode apresentar um projeto de governo agora por conta dá lei eleitoral, seria campanha antecipada, tudo que a esquerda quer para ter motivo para caçar sua candidatura.

    Ele está fazendo o correto viajando pelo país dando palestras e participando de encontros, falando o que tem ser dito.

  2. Comecei fazer campanha pra ele em 2015. Mas depois de ouvir algumas de suas propostas de governos, ou seja, nenhuma, fiquei decepcionado. Bolsonaro daria para um bom ministro, mas presidente ainda seria votar no menos ruim.

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