Intervenção Militar: Uma Brevíssima e Incompleta Conjectura

por paulo eneas
Diante do cenário político nacional que vem se desenhando, a hipótese de uma necessária intervenção constitucional nos poderes constituídos por meio das forças armadas precisa e deve ser considerada com a devida seriedade, até mesmo para avaliar sua real executabilidade.

Claro que é possível ter objeções a essa alternativa, com base em argumentos sólidos e bem fundamentados, e que merecem ser ouvidos. Mas opor-se a essa opção apenas por ter nojinho de militares é atitude típica de quem merece destilar suas lamúrias em boteco de terroristas palestinos.

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13 comments

  1. A única alternativa de médio a curto prazo é restauração da Coroa, não há tempo suficiente disponível para uma mudança cultural e formação de novos partidos de direita seja liberal ou conservador.

    Um governo provisório sob batuta do imperador Dom Luís de Orleans e Bragança com apoio popular e das FFAA, para escrita de uma nova constituição, conservadora e liberal com um federalismo pleno, Municípios > Estado > União, com voto distrital puro, tal como no império, e ferramentas de revogação de mandato como Recall/Revoke.

    Após a estabilização um referendo para a manutenção ou não da Monarquia Constitucional.

    Não há saídas fáceis neste momento.

    Ainda mais depois desta noticia: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/02/1855574-temer-nomeia-hussein-kalout-para-secretaria-de-assuntos-estrategicos.shtml

    1. Não necessariamente. O Partido Militar Brasileiro (PMBr), liderado pelo deputado federal Capitão Augusto, já possui mais de 17000 pré-filiados, centenas de diretórios em todo o Brasil é já nascerá como um partido de tamanho médio, pois já há vários políticos (principalmente militares) em cargos eletivos interessados em aderir.

      O que precisamos é apoiar a criação do PMBr com assinaturas de fichas de apoiamento para que ele esteja homologado até o final de setembro desse ano, para já poder ter seus próprios deputados federais e ter acesso ao Fundo Partidário.

      Depois disso, é nós consolidarmos e nos fortalecermos a cada eleição para finalmente podermos lançar com plenas condições uma candidatura presidencial. Não é coisa para 2018 como muitos pensam, mas é um trabalho para essa e para a próxima década.

      1. Esse partido já nasceu, ou melhor, estava na forma e dando total apoio à Dilma na campanha do seu primeiro mandato. Que se pode esperar dele? Que, se o Lula sair candidato, ele – o partido – dê apoio ao inergúmeno barbudo?

      2. O “Anônimo” mente a respeito do PMBr, pois é um intervencionista e sei que boa parte dessa turma boicota os que estão trabalhando por um país melhor porque ficam sonhando com intervenção militar. Ou seja, não ajudam e ainda atrapalham!

        Acredito que a mentira se baseie no fato do Capitão Augusto ser do PR e que os candidatos do PMBr se infiltram em diversos partidos por ainda não sermos homologados. Entretanto, ele sempre teve uma postura independente e já foi várias vezes contra a esquerda, como no pedido de CPI da “bolsa terrorista”, na defesa dos rodeios e do próprio Bolsonaro na Câmara.

  2. O professor Olavo já dizia que precisamos de uma intervenção Popular e não Militar.

    Até por que quem garante que os militares que interviriam não são de esquerda?

    O próprio período militar tivemos vários presidentes esquerdistas como Castelo Branco, Figueiredo e
    Geisel. Sendo que este último praticamente ESCANCAROU o Brasil para a Revolução Gramsciana
    (Recomendo a leitura do livro “Ideais Traídos” do general Sylvio Frota).

    É verdade que vivemos num período caótico, mas o apóio de uma Intervenção Militar seria o último plano a apoiar.

  3. Não esperem por isso, pois nem em 1964 isso aconteceu. A insurreição militar de 31/03/1964 não foi iniciada pelo Estado Maior do Exército, mas foi uma arriscada e heróica iniciativa do general Olympio Mourão Filho.

    Por sinal, o problema continuou inclusive na ARENA, com atritos entre a ala patriota e a ala politizada do Exército, tanto que a ala patriota teve apenas 2 presidentes (Costa e Silva e Médici), enquanto a politizada emplacou os demais. Não foi à toa que Castelo Branco, indicado por Jango como Chefe do Estado Maior do Exército, foi eleito pelo Congresso em abril/64 e logo no discurso de posse já atacou a “direita reacionária”.

    Sinceramente, os intervencionistas propõem uma solução fácil e inexistente para problemas difíceis. Se quisermos impedir a degradação esquerdista e propor soluções, o jeito é termos nosso próprio e forte partido. Por isso defendo que todos conheçam e apoiem o Partido Militar Brasileiro (PMBr) e não contem com “generais políticos” para fazer o serviço por nós, pois Deodoro e Castelo Branco eram do establishment e a ele serviram.

  4. É importante deixar registrado que TODOS os movimentos intervencionistas sabem desde o início e pregam que uma intervenção militar só acontece se provocada pela população após grandes manifestações onde claramente se peça pela intervenção.
    Não há general vermelho que resista a uma manifestação de peso.
    Tem muito canal famoso e conservador do YouTube que também deseja e trabalha por uma grande mobilização popular, mas não quer ficar ombro a ombro com intervencionistas.
    Essas picuinhas precisam ficar de lado e todos precisam URGENTEMENTE se unir para planejar uma grande manifestação unificada, mas sem exigir pautas que dependam da vontade política (como o fim do desarmamento) ou que tenham foco abstrato (como o fim da corrupção).

    1. Nem em 1964 as Forças Armadas intervieram institucionalmente por iniciativa de seus Comandantes, mas foram a reboque da insurreição mineira encabeçada pelo General Olympio Mourão com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais.

      Não esperem por uma “intervenção militar”, pois isso nunca existiu na História do Brasil. Deodoro e Vargas foram golpistas que governaram sem Constituição, enquanto Castelo Branco era indicado de Jango e foi ratificado pelo Congresso para deter a “direita reacionária”, que nada mais eram que os generais patriotas, que só emplacaram Costa e Silva e Médici na presidência exatamente por serem alijados pela ala “politizada” das FFAA.

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