O Islã & O Nazismo: Uma Aliança Covenientemente Ignorada

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por paulo eneas
Uma das explicações para o comportamento esquizofrênico e civilizacionalmente suicida dos europeus em relação à invasão e ocupação do continente pelos muçulmanos é o de que os europeus carregam uma culpa histórica pelo passado nazista. Uma culpa presente em primeiro lugar nos alemães, mas também nos holandeses e principalmente nos franceses, que foram em grande parte colaboradores das atrocidades do regime hitlerista.

Mas a ironia reside no fato de que os europeus decidiram expiar essa culpa apoiando e dando guarida àqueles que foram os principais aliados do nazismo durante sua existência: os muçulmanos. A aliança entre o islã e o nazismo bem como a natureza socialista do regime hitlerista foram convenientemente ocultadas ou colocadas em segundo plano nos registros da história oficial europeia daquele período. Daí a dificuldade em se perceber a esquizofrenia do comportamento europeu hoje, ainda que sob o ponto de vista exclusivo da culpa histórica.

O registro histórico mostra que Hitler nunca escondeu sua admiração pelo islã, que considerava como sendo uma religião superior ao cristianismo e, claro, ao judaísmo. Ainda que mantivesse a perspectiva racista em relação aos árabes que, por serem semitas, ele considerava racialmente inferiores em relação aos germânicos, Hitler via numa Alemanha islamizada uma maior possibilidade de levar adiante seus planos expansionistas e de conquista de toda o continente europeu.

Durante toda a Segunda Guerra, os muçulmanos estiveram ao lado dos nazistas, tanto em solo europeu quanto no Oriente Médio. Os nazistas tinham à sua disposição divisões de combatentes muçulmanos, em sua grande maioria recrutados e inspecionados diretamente pelo Grand Mufti de Jerusalém na Alemanha, Haj Amin el-Husseini, principalmente na Bósnia.


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Grand Mufti de Jerusalém inspeciona tropas muçulmanas nazistas na Bósnia em 1943.

Esse mesmo mufti, chefe religioso muçulmano, desempenhou também um papel central na adoção por parte dos nazistas da chamada solução final, que consistiu no extermínio físico dos judeus europeus. Extermínio esse que foi colocado em prática usando técnicas de genocídio que os nazistas aprenderam com seus aliados no começo da guerra, os comunistas soviéticos.

No Oriente Médio, no território do então Mandato Britânico na Palestina, que incluía o que corresponde hoje ao território do Estado de Israel, os muçulmanos combatiam ao lado das forças hitleristas, enquanto os judeus formavam as chamadas Brigadas Judaicas, que combatiam ao lado dos britânicos contra os nazistas.

O fato é que findada a guerra e após mais de meio século de marxismo cultural, mirando fundamentalmente na destruição da cultura e da moralidade judaico-cristã e na exploração da culpa coletiva pelo passado nazista,  os europeus se tornaram lobotomizados o bastante para aceitar irem para o cadafalso em nome do multiculturalismo e da tolerância em relação aos muçulmanos. Os mesmos muçulmanos que auxiliaram os nazistas a cometer as atrocidades das quais os europeus se sentem culpados. Uma culpa tão inculcada que faz com que esses mesmos europeus aceitem se extinguir como civilização em nome dela.

#CriticaNacional #TrueNews


 

5 comments

  1. como imaginei. bogus reacionário. o “líder religioso” não era o governante da região, que estava sob circunscrição do Reino Unido, que dividiu com outros países europeus os territórios que antes pertenciam ao Império Otomano. portanto não havia mais um império islâmico unificado. a não ser que o autor queira concordar que até o Reino Unido “contribuiu” para o Nazismo.

  2. Há também um contexto histórico complexo nessa aliança entre nacional-socialismo e islamismo que remota a 1ª Guerra Mundial: a traição britânica aos palestinos que lutaram sob a promessa de independência e o reconhecimento pela França em 1920 de que a chamada “Cisjordânia” fosse uma nação judaica.

    Com isso, nada mais lógico de que os nacionalistas islâmicos ficassem contra os Aliados (como os europeus orientais lutando contra a opressão soviética) a ponto do Reino do Iraque, sob comando de Rashid Ali, entrar formalmente na 2ª Guerra Mundial ao lado do Eixo e suas tropas terem lutado sob apoio da Luftwaffe. Além disso, a ideologia “Baath” torna os islâmicos que a defendem facilmente aliados dos nacionais-socialistas, por conta daquela também ser uma ideologia socialista.

    A 2ª Guerra Mundial não teve “lado certo”, pois no final o regime mais monstruoso – a União Soviética – foi militar e politicamente o grande vencedor do conflito.

  3. Ha um video no youtube Aliados do nazismo que mostra Hitler com o Grand Mufti.
    Nao e uma producao. E um documentario historico que confirma tudo o que esta neste texto.
    Excelente por sinal.

  4. Confesso que desconhecia certos dados apresentados nesse excelente artigo, caro Eneas.
    É impressionante a passividade doentia com que os europeus vem tratando os “incidentes” mulssumanos (grafia correta, conforme explica o Professor Olavo de Carvalho).

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