por clau de luca e paulo eneas
Quando o Presidente Jair Bolsonaro propôs a extinção da maioria dos conselhos federais criados nas eras tucano-petista, ele estava e está coberto de razão: pois estes conselhos tornaram-se nada mais do que um aparelhamento do Estado pela esquerda, e não são nem nunca foram meios destinados a vocalizar e real voz da sociedade nas ruas.

A Conferência Nacional da Saúde, iniciada em Brasília no dia 4 de agosto no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade simbolizou o que de fato esses conselhos tornaram-se após os anos de governo de esquerda. Organizada pelo Conselho Nacional de Saúde, o evento se transformou em um ato político por Lula Livre, demonstrando assim um grau de aparelhamento completo do Conselho por parte da esquerda.

Tendo como tema Democracia e Saúde, a conferência abrigava até mesmo lojinha do PCO (Partido da Causa Operária), uma tenda Paulo Freire, outra lojinha Lula Livre, e faixas com os dizeres “Fora Bolsonaro”. Havia também farta distribuição de jornal do PT com todo o discurso mentiroso e odioso da esquerda, evidenciando assim que a conferência constituiu-se em um escárnio com o dinheiro público.

Ficou patente também que o objetivo desses conselhos é a militância política. Formados em grande parte por comunistas que nunca respeitaram a democracia e agora mais do nunca, o integrantes desses conselhos agem de modo totalitário, fingindo ser a voz da sociedade e tentando influir na próximo Plano Plurianual 2020-2023 e no Plano Nacional de Saúde.

Presente na conferência, o Ministro Mandetta foi rechaçado pela platéia, que tentava impedir o seu discurso no qual disse que a sua gestão é a primeira onde não existe o toma lá-dá-cá. O ministro afirmou também que doenças antes erradicadas e que agora estão ressurgindo, como o sarampo, são consequência direta da maior ditadura que a América do Sul enfrenta, que é ditadura narco-comunista venezuelana.

Na abertura do evento, Allan Quadros Garcês, diretor do Departamento de Articulação Federativa da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, recebeu vaias da militância esquerdista, e tratou com desenvoltura o calor da platéia vermelha, afirmando:

Esse é o momento da discussão, esse é o momento do debate político, esse é o momento das políticas públicas de saúde, é o momento onde todos que estão aqui têm que se envolver nos debates de forma pacífica porque aqui é o momento de se construir a saúde do Brasil.

Sob os gritos de “fora, fora!” da platéia, que comportava-se muito mais como uma turba de uma assembleia estudantil e não como profissionais da área da saúde, o diretor prosseguiu: eu gostaria de ressaltar que a gestão atual do Ministro Mandetta tem feito avanços em seis meses que ainda não tinham sido feitos nos governos anteriores. E citou como exemplo as campanhas de vacinação e o novo programa Médicos pelo Brasil.

Ao citar o programa que veio em substituição ao programa petista destinado a sustentar a ditadura comunista cubana, o público aumentou a intensidade das vaias. Allan Garcês prosseguiu:

É interessante a gente entender a democracia no país, hoje nós estamos aqui e vocês estão tendo o direito de vaiar, vocês estão tendo o direito de questionar, essa é a democracia e o SUS é democrático.

Ao final, Garcês saudou os gestores e prestadores de serviço, e no auge da platéia enraivecida finalizou:

Eu gostaria antes de terminar, de lembrar, um detalhe. O Lula tá preso, mas o choro é livre! Vocês podem chorar! Obrigado!

A Conferência Nacional da Saúde continua até o dia 7 de agosto. Está prevista uma manifestação no dia do encerramento em frente ao Museu da República, que muito provavelmente será mais um protesto por Lula Livre. Resta evidente que o Conselho Nacional de Saúde precisa ser extinto ou ser submetido com urgência a uma faxina. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews