Não faz sentido algum um indivíduo que se apresenta como um pretenso defensor de valores liberais pautar seu discurso político enfatizando o fato de ser preto, ser pobre e ser gay, para com isso procurar justificar ou conferir maior legitimidade às suas posições políticas.

Adotar tal postura significa circunscrever um discurso que é essencialmente vitimista, ainda que aparentemente de sinal trocado, aos limites estabelecidos e ditados pelo politicamente correto, que é justamente uma das armas mais poderosas que o gramscianismo criou para fins de guerra política.

E o politicamente correto diz exatamente que a condição social, a cor de pele e a orientação sexual conferem por si só toda a legitimidade necessária a um determinado discurso político. Usar desse expediente no embate político é o mesmo que jogar de acordo com as regras impostas pelo inimigo que, supostamente, se pretende combater.

Tal conduta não está nem mesmo em linha com o pensamento liberal clássico, quiçá com valores conservadores. Usar esse tipo de apelo é o mesmo que fazer o jogo do inimigo, não importa o conteúdo que se segue do discurso. É postura típica de crias e filhotes do gramscianismo, que ainda precisam aprender e muito do bê-á-bá da guerra política.

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