É preciso que fique claro que nunca houve qualquer prova independente e incontestável de que o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra tenha torturado e muito menos matado algum prisioneiro. Brilhante Ustra foi julgado e condenado em primeira instância, com base em um único depoimento de uma suposta vítima, alinhada ideologicamente com os que o acusam, e que ainda se beneficiou da mentira contatada, pois passou a receber os benefícios da bolsa-ditadura.

Todas as demais acusações feitas contra ele são baseadas em relatos unilaterais feitos por beneficiários da multimilionária indústria das indenizações às supostas vítimas do regime militar, indústria essa criada ainda no governo tucano. Conforme mostra essa matéria do excelente Jornal DefesaNet, até o início de 2014 essa indústria movida a recursos públicos havia aprovado 40.300 (quarenta mil e trezentos) pedidos de indenização, que resultaram num total de $3.40 bilhões de reais.

Inúmeros documentos do período mostram que na verdade quem comprovadamente matou e torturou centenas de inocentes durante o regime militar foram comunistas como Carlos Marighella e outros da mesma estirpe, que foram transformados em supostos heróis nacionais, tendo seus nomes dados a escolas e vias públicas.

O fato é que em algum momento o país precisará passar a limpo a história real do período do regime militar, para desfazer os mitos e as narrativas falsas criadas pelos comunistas que, derrotados militarmente naquele período, obtiveram a vitória no campo da luta política e da guerra cultural, ao conseguirem impor de maneira quase hegemônica a versão mentirosa que criaram a respeito daquele período.

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