Privatização Não É Sinônimo de Estado Mínimo

Sim, somos a favor de privatizações, por óbvio. O Estado não tem que ser empresário nem empreendedor. Estado não tem que cuidar de empresas, nem fiscalizar frigoríficos e muito menos financiá-los para formar cartéis. O Estado não tem que cuidar de saúde e educação, que deveriam ficar nas mãos de entes privados, deixando por conta da caridade (e usamos o termo caridade de propósito, pois solidariedade é cacoete esquerdista) atender as pessoas que não possam pagar.

Ao Estado cabe proteger fronteiras para garantir a soberania nacional e assegurar a justiça. A segurança pública, por sua vez, não deve ser monopólio do Estado, pois ao indivíduo adulto deve ser assegurado o legítimo e natural direito de se defender e proteger sua vida e sua propriedade, sem precisar pedir licença ao Estado para isso. Indivíduos adultos de bem e armados é a melhor política de segurança pública que pode existir.

Quanto às privatizações, estas não podem de modo algum ser vistas como sinônimo de Estado mínimo. A União Europeia não é dona de empresas estatais, mas nem por isso deixa de ser um Estado gigante que interfere na vida de pessoas e empresas por meio de regulamentos e normas que atentam contra a soberania de seus países membros. Sob o governo Obama, a instituição de Estado nos Estados Unidos agigantou-se sem que o governo tomasse para si qualquer empresa. Portanto, uma discussão séria sobre Estado mínimo vai muito além de um programa de privatizações.

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