A notícia mais relevante do dia, do ponto de vista geopolítico de longo prazo, foi dada na noite de hoje a muito contra gosto pelo jornal britânico The Telegraph: o presidente americano Donald Trump apresentará na próxima quinta-feira uma proposta orçamentária que prevê o corte de mais de 50% (cinquenta por cento) do financiamento norte-americano às Nações Unidas.

Segundo o jornal, Donald Trump ordenou a todos os diretores do Departamento de Estado que fizessem cortes desse montante em suas respectivas áreas no que diz respeito aos repasses do financiamento americano à ONU e suas entidades. Ainda segundo o jornal, os Estados Unidos destinam US$10 bilhões de dólares anualmente às Nações Unidas, sejam em pagamentos diretos ou pagamentos às agências e programas específicos da entidade globalista.

O jornal procurou associar estes cortes à intenção de Donald Trump de expandir as forças armadas norte-americanas sem aumentar os impostos, em uma clara tentativa de induzir no leitor britânico um juízo de valor sobre a decisão, como em geral faz toda grande imprensa globalista ocidental.

É fato que Donald Trump assumiu o compromisso de reequipar e recuperar o poderio bélico norte-americano, que foi depauperado durante os oito anos da administração socialista e pró-muçulmana e anti-americana de Barack Obama. Mas é igualmente fato que Donald Trump também declarou durante a campanha eleitoral que era necessário rever o papel da ONU e redefinir o papel dos Estados Unidos na entidade.

Uma entidade globalista pró-islâmica que merece ser extinta
A decisão de Donald Trump de reduzir o repasse do financiamento americano às Nações Unidas é correta, e está em linha com seu compromisso de combater o projeto de poder islâmico-globalista, do qual a ONU é a sua principal expressão. A despeito das aparentes boas intenções das declarações desde sua fundação, as Nações Unidas na realidade não passam de uma gigantesca entidade corrupta e controlada por muçulmanos e ditaduras comunistas.

A principal atividade da ONU é levar adiante seu combate sem tréguas e quase diário contra o Estado de Israel e procurar assegurar, por meio de suas agências formadas por burocratas não eleitos e por lobistas de toda espécie, a imposição de um ordenamento jurídico internacional que se sobreponha às soberanias nacionais e garanta o estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial ancorada nos princípios globalistas anti-cristãos, pró-muçulmanos, anti-nacionais e socialistas.

A proposta de Donald Trump de reduzir o repasse de recursos americanos para a entidade globalista é correta mas limitada, e deve ser vista como um primeiro passo na direção do que importa. Pois de nosso passo, esperamos que até o final de seu mandato, o governo de Donald Trump promova a saída unilateral dos Estados Unidos da ONU, no que seria acompanhado por outros países, de modo a assegurar a extinção dessa entidade globalista. O que seria um dos grandes legados que Donald Trump deixaria não somente para os americanos, mas para toda a humanidade.

Com informações de The Telegraph.

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