O decadente colunista Reinaldo Azevedo, o mais ferrenho adversário da direita conservadora brasileira, e que escreve na igualmente decadente Revista Veja, teve a ousadia de vir a público na semana passada falar do Foro de São de Paulo, como se ele tivesse algo de relevante a dizer sobre o assunto. E ele o fez com a presunção, de todo risível, de quem realmente acredita que tem alguma coisa a ensinar a alguém a respeito do tema.

O máximo que o colunista conseguiu nessa empreitada foi dar mais algumas amostras de sua desonestidade intelectual: o colunista falou da origem do Foro de São Paulo sem mencionar a participação dos tucanos em suas reuniões iniciais. Ignorou os entendimentos entre o Foro e o Diálogo Interamericano, por meio do Pacto de Princeton, encetados por Fernando Henrique Cardoso. O mesmo que quando na presidência do país teve papel decisivo na articulação diplomática internacional para impedir a derrubada da nascente ditadura comunista venezuelana de Hugo Chávez, o maior trunfo até aqui do Foro de São Paulo.

Reinaldo Azevedo descreve o Foro como uma articulação destinada a estabelecer diretrizes ideológicas, quando na verdade o Foro é bem mais do que isso: trata-se de uma organização em que cada partido, e posteriormente cada governo, passou a ter um papel claro e definido. Ao Brasil sob o governo petista, por exemplo, coube financiar e socorrer a ditadura cubana e dar todo suporte diplomático e também financeiro aos regimes de ditadura socialista da Venezuela e da Bolívia. Isso representa muito mais do que estabelecer “diretrizes ideológicas”.

E por fim, o colunista foi desonesto o bastante para não mencionar que durante anos a grande imprensa, incluindo aquela para a qual ele trabalha, ignorou por completo a existência do Foro. Foi desonesto o bastante para não mencionar o trabalho pioneiro de investigação feito pelo professor Olavo de Carvalho. E demonstrou desconhecer o trabalho seminal feito por Graça Salgueiro em seu livro definitivo sobre o tema.

Reinaldo Azevedo está se tornando uma caricatura. O falso conservador, que por anos a fio enganou milhares de leitores, hoje se revela não apenas um ardoroso e patético inimigo da direita: mostra-se também um dissimulado e mentiroso como todo esquerdista. E como todo esquerdista, não se furta em ocultar a verdade e mentir para levar adiante seu intento de combater a direita e proteger e defender os socialdemocratas.

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