A página do Ministério Público Federal no Facebook publicou no dia 31 de Março uma nota mentirosa a respeito de uma população indígena que teria sofrido maus tratos e tortura durante o regime militar, que o MPF chama de “ditadura”. A nota de teor propagandístico, bem como a reação de indignação por parte de quase todos os leitores da página que se manifestaram, pode ser vista nesse link. A publicação é baseada unilateralmente em um documentário esquerdista produzido por uma certa Unnova Produções em parceria com o próprio MPF, tendo como fonte documental o Relatório da Comissão da Verdade, como informa a própria produtora.

Esse fato por si só se reveste de mais gravidade, pois não se trata aqui somente da corriqueira e bastante comum atuação esquerdista de um procurador em particular: trata-se da participação da instituição do MPF na produção de um conteúdo audiovisual ideologicamente orientado e sem compromisso com a verdade histórica (uma vez que apenas um dos lados é ouvido), destinado unicamente a reforçar uma narrativa toda ela baseada numa mentira. Restaria investigar quanto de recursos públicos, se houve, foram gastos nessa produção.

A chamada Comissão da Verdade, como é sabido, foi um circo montado pelo governo petista para dar verniz institucional à narrativa mentirosa criada pela esquerda sobre o período do regime militar. O trabalho dessa Comissão serviu também para dar respaldo à farta distribuição de “indenizações” da chamada bolsa ditadura que beneficiaram e beneficiam até hoje milhares de apaniguados da esquerda.

O fato é que em algum momento num futuro breve, os brasileiros terão que rediscutir o papel e as atribuições do Ministério Público Federal. Pois a despeito da atuação correta e justa de uma parcela de seus integrantes, o que vem ocorrendo nos últimos anos é que essa instituição, que representa a quarta instância de poder no país, a cada dia que passa mostra estar se tornando um aparelho, bancado com recursos públicos, a serviço da agenda ideológica da esquerda.

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