A Suécia ocupa o segundo lugar no tenebroso ranking mundial de países onde mais ocorrem estupros, ficando atrás apenas de Lesoto, um minúsculo país no sul do continente africano. Durante décadas, a esquerda internacional apresentou a Suécia como um exemplo supostamente bem sucedido, por ser o país mais progressista do mundo, o mais feminista e por sustentar um modelo de Estado de bem-estar social de traço socialdemocrata, que deveria servir de inspiração para o resto do mundo.

O fato é que o país escandinavo dos sonhos exibido pela esquerda internacional corresponde, no mundo real, ao pesadelo de uma nação que vem assistindo seu país ser literalmente invadido por uma escória de muçulmanos. Uma escória que encontrou as portas do país abertas pela socialdemocracia globalista que o governa há décadas, e que fez da imigração muçulmana em massa o seu mais ambicioso projeto de engenharia social e de substituição civilizacional de que se tem notícia.

Os dez milhões de habitantes da Suécia correspondem a apenas 2% da população de toda a União Europeia. Mas somente em 2015, o país acolheu um total de 14% de toda massa de invasores muçulmanos, chamados de refugiados, que adentraram no continente europeu.

O politicamente correto e a ideologia do multiculturalismo se impregnaram no sistema jurídico do país, fazendo com que os suecos sejam na prática proibidos de questionar as políticas imigratórias do governo, sob o risco de serem acusados de crime de racismo. A tipificação do crime de estupro foi abrandada para proteger os muçulmanos, o que faz com que muitos casos reais de estupro sejam julgados pela justiça como sendo sexo consensual.

A lei do país também proíbe que se divulgue a identidade, a procedência e a nacionalidade de suspeitos detidos por crime de estupro. O que significa na prática esconder da população os crimes de estupros praticados por muçulmanos.

A proteção aos muçulmanos e a submissão do país à sharia, levadas à cabo pela aliança islâmico-globalista formada pelos partidos das correntes social-democracia, socialista, liberal e ambientalista, chegou ao paroxismo de financiar entidades que pretendem iniciar um programa que visará simplificar o idioma sueco e estimular os suecos a aprender árabe, com a finalidade de supostamente facilitar a “integração” dos imigrantes (trataremos desse caso em um próximo artigo).

A experiência sueca é o exemplo mais bem acabado de como a aliança entre a esquerda marxista (desde a social-democracia e os socialistas, até os ambientalistas e liberais) e o islã podem paulatinamente corroer e destruir uma civilização por meio de engenharia social e do marxismo cultural.

Nota:
As afirmações factuais feitas acima estão todas baseadas em inúmeras fontes incluindo websites, veículos de imprensa suecos publicados em inglês, canais de vídeos como Ingrid Carlvisq, Rebel Media, The Swan of Tuonela, e outros. Estamos também fazendo um contato ainda preliminar com dois ativistas anti-islã na própria Suécia. Nos próximos dias o Crítica Nacional irá publicar artigos tratando com mais detalhes dos temas mencionados acima.

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