O segundo turno das eleições equatorianas realizado nesse domingo, dia 02/04, deu a vitória ao candidato governista da esquerda Lenin Moreno contra o candidato da direita Guillermo Lasso, por uma estreita margem de 51% a 49% dos votos válidos.  Há denúncias de fraude na apuração, uma vez que o atual presidente Rafael Correa anunciou em seu twitter os números quase finais da apuração minutos antes de a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) publicar também pelo twitter que ainda iria informar os resultados oficiais da apuração, conforme mostram os twitters abaixo:

O candidato supostamente derrotado Guillermo Lasso afirmou que não vai reconhecer o resultado da eleição, e reforçou as denúncias de fraude. Ao final da noite os partidários de Lasso deram início, na capital Quito e em outras cidades do país, a manifestações de protesto. As forças de segurança responderam com violência, havendo relatos de prisões e de vários feridos.

A suposta vitória do candidato esquerdista apadrinhado por um dos homens fortes do Foro de São Paulo foi comemorada por figuras de ponta da esquerda brasileira.

O atual presidente Rafael Correa menciona a todo momento a suposta vitória do que ele chama de Revolução Cidadã e o fortalecimento da Pátria Grande, a versão brega e cucaracha de uma hipotética união de repúblicas socialistas latino-americanas. Uma união que, associada ao narcotráfico e movida à corrupção e associação com o terrorismo islâmico, reproduziria em terras latinas o horror vivido pelos russos sob o regime soviético.

Para a realização desse projeto comunista de Pátria Grande, a esquerda latino-americana não se furta de lançar mão do mecanismo de fraude eleitoral, como já ocorreu no Brasil e  na Venezuela, e como parece ter sido o caso, nesse domingo, no Equador.

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