Na tarde de hoje (09/04), aumentaram os rumores de que o governo de Donald Trump teria decidido promover uma invasão terrestre na Síria visando derrubar o regime de Bashar Assad e também liquidar com o Estado Islâmico. Em entrevista à CNN, a embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Nikki Haley, afirmou explicitamente que a remoção de Assad passou a ser uma prioridade do governo de Donald Trump:

A derrubada de Assad não é a única prioridade. O que estamos tentando fazer é obviamente derrotar o Estado Islâmico. Em segundo lugar, não enxergamos solução de paz para a Síria com Assad estando no poder. E em terceiro lugar, é necessário tirar a influência do Irã.

Por sua vez, Alex Jones do portal InfoWars afirmou que tropas americanas já estariam em solo sírio para essa ação de deposição, dando a entender que a invasão já teria começado nesse domingo. Alex Jones informa também que a decisão da suposta invasão foi tomada em reunião do Conselho Nacional de Segurança, dos Estados Unidos. Nenhum outro veículo da imprensa conservadora americana ou da grande imprensa americana confirmou tal invasão.

O portal israelense DebkaFile informa que Rússia, Irã e o grupo terrorista xiita muçulmano Hezbollah teriam formado um Comando Conjunto em território sírio. Esse Comando Conjunto emitiu um comunicado condenando o ataque aéreo americano da última quinta-feira, dia 06/04, e advertindo os Estados Unidos, que o comunicado descreve como agressor, de que haverá retaliação caso os americanos ultrapassem uma certa linha vermelha.

Caso esse cenário de invasão seja confirmado, o que saberemos apenas nas próximas horas, ele representará uma mudança radical no papel que os Estados Unidos vinham desempenhando até então de mero coadjuvante secundário no Oriente Médio como um todo e na Síria em particular nos últimos anos: sob Donald Trump, os Estados Unidos voltam não apenas a ser os protagonistas, como também a principal potência a dar as cartas na região.

Ainda a depender da confirmação desse cenário de possível invasão, quase todas as análises feitas até aqui sobre os ataques aéreos de quinta-feira passada caem por terra. Ainda hoje tentaremos trazer mais informações a respeito.

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