As ONGs globalistas nacionais e internacionais que apoiam o atual projeto de Lei de Migração, que na verdade diz respeito ao assunto de imigração, ou seja, a entrada de estrangeiros em território nacional, estão divulgando banners e promovendo hashtags com a ideia de que imigrar é um direito. Coloquemos as coisas em termos claros: não existe direito de imigrar. Esse é um conceito que os globalistas estão tentando impor para que, em contrapartida a esse suposto direito, passe a existir a obrigação de todo país aceitar a entrada de estrangeiros.

Se um país for obrigado a aceitar imigrantes, significa que esse país estará se submetendo à imposição de algum órgão ou instância transnacional, para assegurar esse suposto direito de imigrar, e dessa forma abrindo mão de sua soberania no que diz respeito a poder legislar sobre critérios de entrada de estrangeiros em seu território. Mas esse é exatamente o objetivo último de todas as iniciativas dos globalistas: enfraquecer a soberania dos Estados nacionais.

Se for para falarmos em direito, termo tão caro e precioso para a esquerda globalista internacional, o único direito que se aplica nesse caso é o direito de cada Estado nacional definir, em nome do princípio da soberania, em que condições e com que critérios os estrangeiros terão permissão para entrar e eventualmente residir em seu território nacional. E o critério que cada Estado nacional irá adotar seguramente incorporará, entre outros, a proteção e a segurança de seus cidadãos, bem como a preservação de sua cidadania.

Ilustração: Pietro Decenzo do Instituto Iniciativa

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