A maior e mais corrupta entidade supranacional da esquerda globalista, a Organização das Nações Unidas, enviou um documento ao presidente Michel Temer alertando para o que a entidade chama de risco de censura e de ameaça ao direito de expressão supostamente presentes no projeto de lei do Escola Sem Partido.

Segundo reportagem do jornal O Estado de São Paulo, o comunicado da ONU ao governo brasileiro foi elaborado por um grupo de “peritos” em liberdade de expressão e liberdade religiosa. Entre esses supostos peritos está Ahmed Shaheed, representante da República das Maldivas, um muçulmano encarregado de assuntos de liberdade religiosa.

Vamos repetir, para que fique bem claro ao nosso leitor: a ONU está condenando o projeto de lei do Escola Sem Partido através de uma comissão que supostamente trata de assuntos de liberdade de expressão, e que tem entre seus integrantes Ahmed Shaheed, um muçulmano que é apresentado como sendo perito em assuntos de liberdade religiosa! Nenhum veículo da grande imprensa brasileira questionou o evidente paradoxo que existe no fato de um muçulmano se ocupar de assuntos de liberdade religiosa.

Um país muçulmano acusado de violações de direitos humanos
Ahmed Shaheed é representante da República das Maldivas em uma das inúmeras comissões da ONU encarregadas de levar adiante a agenda da esquerda globalista. A República das Maldivas é um conjunto de ilhotas do oceano Índico, cuja população não chega a meio milhão de habitantes. Bem menos, portanto, que a população de um bairro da periferia de São Paulo ou Rio de Janeiro. O país foi sede de um sultanato durante vários séculos, e tornou-se independente dos britânicos em 1965.

Desde então vive períodos de regimes de exceção, golpes, denúncias de fraudes eleitorais, tentativas de assassinato de chefes de governo e outros. O país é membro da Organização de Cooperação Islâmica e integrante do Movimento de Países Não Alinhados, um bloco comunista e terceiro-mundista criado pela antiga União Soviética e que teve entre seus principais líderes o falecido ditador e genocida Fidel Castro. No ano passado, o país saiu da Commonwealth of Nations, a Comunidade Britânica de Nações, devido a denúncias internacionais envolvendo corrupção e violações de direitos humanos.

A ilegitimidade das Nações Unidas
São representantes de paisecos e republiquetas islâmicas como a República das Maldivas que formam grande parte da burocracia dos órgãos das Nações Unidas que pretendem ditar às nações do mundo ocidental como elas devem organizar seus sistemas de educação, saúde, segurança pública, relações com meio ambiente, o controle de suas fronteiras e suas regras de cidadania e nacionalidade, entre outros.

Essa não foi a primeira vez, nem será a última, que a ONU tenta fazer uma ingerência indevida nos assuntos internos do Brasil. A entidade corrupta e islâmico-globalista já se manifestou em assuntos como desmilitarização das polícias militares, legalização do assassinato de fetos e redução da maioridade penal. Todas as ações da entidade e de suas comissões e órgãos associados vão sempre no sentido de ignorar a soberania dos Estados nacionais, para impor sua agenda ideológica à revelia dos interesses de cada nação.

Segundo a reportagem mencionada acima, o governo pretende dar uma resposta à ONU no prazo exigido por ela, o que é a pior de todas as opções. Tivesse o Brasil um chefe de governo com real legitimidade e comprometido com os reais interesses do país, e não em submeter os interesses nacionais e a nossa soberania à agenda islâmico-globalista da esquerda internacional encarnada nas Nações Unidas, essa ingerência indevida patrocinada pela entidade globalista seria simplesmente ignorada.

Com a colaboração de Angelica Ca e Robledo Rosa.

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