por paulo eneas
Com a vitória do globalista Emmanuel Macron, provavelmente se encerra um ciclo de expectativas de avanço de correntes nacionalistas conservadoras de direita na Europa, ciclo esse aberto com a vitória do Brexit. Os globalistas conseguiram virar o jogo, tanto nas eleições holandesas recentes quanto no pleito francês desse domingo. Tudo indica também que Angela Merkel sairá vitoriosa nas próximas eleições alemãs desse ano.

O resultado da eleição francesa não surpreende, assim como não surpreenderá o resultado das próximas eleições alemãs. Em que pese fatores econômicos, como o temor infundado de se sair da União Europeia, esses resultados eleitorais expressam décadas de marxismo cultural sofisticado, traduzido na fantasia do multiculturalismo e na armadilha da tolerância, combinados com a negação sistemática das raízes judaico-cristãs da civilização do continente, que é a mesma civilização nossa.

Quem ganhou a eleição francesa não foi Macron, que é apenas um agente operador, um officeboy de Bruxelas. Quem de fato ganhou foi Angela Merkel e a União Europeia que ela controla com mão de ferro. Ganharam também os muçulmanos, que continuarão invadindo o continente e procriando feito coelhos e impondo a sharia aos poucos no sistema legal de cada país. E quando estiverem em número suficiente irão substituir não apenas as populações nativas, mas promoverão uma substituição de civilizações, extinguindo a civilização ocidental no continente e colocando a civilização islâmica em seu lugar.

Se e quando esse processo de extinção civilizacional europeu será revertido não sabemos dizer. O que parece estar claro é que é preciso que algo muito mais extraordinário do que atentados muçulmanos sangrentos aconteça para que os europeus tentem, talvez, sair do estado de torpor mental em que se encontram há décadas e percebam o que de fato acontece com eles e suas civilização.

Será preciso talvez que um país europeu se torne oficialmente muçulmano para que essa percepção ocorra. Este país pode ser possivelmente a Bélgica, onde mais da metade das crianças e adolescentes matriculadas nas escolas públicas são de famílias muçulmanas. Este fato poderá, talvez, fazer o restante dos povos europeus ocidentais despertar. Mas enquanto algo semelhante não acontecer, esses povos continuarão firmes e resolutos em sua marcha em direção ao suicídio civilizacional induzido, conforme expresso simbolicamente na foto abaixo.



Publicado Originalmente em 08/05/2017. #CriticaNacional #TrueNews


 

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