por paulo eneas
O office boy de Angela Merkel ainda não assumiu a presidência francesa, mas o governo alemão já se sente à vontade para dizer aos franceses o que eles devem ou não fazer e principalmente como devem votar.  Michael Roth, ministro da relações exteriores da Alemanha, comentando o resultado do segundo turno das eleições francesas, disse textualmente:

Não podemos considerar normal que populistas da extrema direita tenham uma votação tão expressiva.

Michael Roth usa do mesmo vocabulário que os globalistas e toda a esquerda mundial emprega para se referir à direita e aos conservadores: extremistas e populistas. O ministro alemão foi além, e deu um puxão de orelhas em público em seu pupilo e office boy de sua chefe, ao dizer que se Macron não for bem-sucedido existe o risco de Marine Le Pen vencer em 2022,  e enfatizou que “temos que impedir a todo custo que isso ocorra”.

O ministro alemão não se furtou, portanto, em deixar claro que os globalistas irão de agora em diante exercer uma influência e fazer uma ingerência cada vez maiores nos assuntos internos da França, ignorando a soberania e os interesses nacionais do país, em favor da agenda ideológica e da estratégia de poder do bloco islâmico-globalista que governa a União Europeia.

Ao elegeram Emmanuel Macron no último domingo, os franceses escolheram um agente que irá acelerar o processo de solapamento da soberania nacional francesa. A comparação que é feita entre Macron e Obama aplica-se à perfeição: Obama foi um traidor dos interesses nacionais e da soberania dos americanos. O Obama francês fará o mesmo em relação ao seu país. (Publicado Originalmente em 08/05/2017)

Com informações de Breitbart. #CriticaNacional #TrueNews


 

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