por paulo eneas
O PSB anunciou no sábado o rompimento com o governo e pediu a renúncia do presidente e convocação de eleições diretas. Ao fazer isso, o partido deixa claro o roteiro e o script da ação golpista em andamento no país: criar por meio de artifícios ilegais uma situação que inviabilize o governo, tumultuar o ambiente econômico no momento em que ele dá sinais de recuperação, e aviltar o ordenamento institucional por meio de uma alteração casuística e extemporânea do texto constitucional para a realização de eleições não previstas que assegurem que acusados de crime  contra o estado possam voltar ao poder.

Os dados da realidade mostram que se trata de uma ação golpista das esquerdas e de setores do estamento burocrático controlado pelo comunistas, como a Procuradoria Geral da República e o Ministério Público Federal e áreas da Polícia Federal, articulados com segmentos oligopolistas empresariais e toda a grande imprensa cujas redações são igualmente ocupadas por esquerdistas.

Se esta ação resultar na queda do governo de Michel Temer, entendemos que existe uma única alternativa que interessa à nação: as Forças Armada Nacionais deverão interferir no processo político, seja por convocação do próprio presidente Michel Temer ou da presidente do Supremo Tribunal Federal, ou por meio de cumprimento de dever de ofício.

Essa intervenção constitucional deverá se dar por meio da indicação do nome de um oficial da reserva que terá de ser homologado pelo Congresso Nacional para chefiar um técnico-militar até o final do ano que vem. Ou abraçamos essa possibilidade, ante a hipotética inviabilização do governo de Michel Temer, ou o país mergulhará num grau delinquência institucional promovido pelas esquerdas que nos levará rapidamente rumo à venezuelização.

Publicado Originalmente em 21/05/2017. #CriticaNacional #TrueNews


 

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