por paulo eneas
Estamos elaborando já há alguns dias um documento onde apresentamos os pontos de um programa ou de uma plataforma que no nosso entender deve ser abraçada e defendida por qualquer um que se apresente como sendo de direita e que venha a postular um cargo eletivo parlamentar nas próximas eleições. Não basta dizer que é direita, é preciso se comprometer com uma plataforma política que demarque claramente essa posição. 

O programa que estamos elaborando é extenso e o mais completo possível, e as propostas nele apresentadas estão devidamente fundamentadas à luz das necessidades reais do país e tendo como pano de fundo a necessidade de resgatar nossa cidadania, nossa soberania e nossa segurança nacional. O programa visa também capacitar o país para fazer o embate geopolítico contra o movimento comunista e globalista internacional, e também preparar a nação brasileira para enfrentar a guerra política e cultural interna que a elite de esquerda vem travando há décadas contra o país, sem ser confrontada por isso.

Quem ainda acredita que os problemas centrais do país poderão ser resolvidos por medidas de gestão temperadas com marketing agressivo, sugerimos que reavalie esse ponto de vista. Os problemas reais do país têm a ver com as décadas de políticas progressistas de esquerda em todas as áreas da vida pública. Têm a ver com o crescimento do poder do estamento burocrático, com a submissão das políticas públicas às diretrizes da ONU, com a destruição da alta cultura e com a colocação do país em papel subalterno e de coadjuvante inexpressivo na arena da geopolítica internacional.  

O nosso programa é, portanto, um programa de reação e de enfrentamento político-ideológico contra o movimento comunista e seus aliados do crime organizado e do mundo islâmico. Não se trata, portanto, de um mero elenco de medidas e propostas administrativas e de gestão ou de ação parlamentar. Pois entendemos que a direita brasileira não precisa apenas se preparar para governar ou para ter uma atuação parlamentar eficiente. Ela precisa antes disso se preparar para, seja no parlamento ou na presidência da república, fazer a guerra política contra a esquerda e seus aliados islâmico-globalistas. 

Segue-se abaixo uma amostra bastante reduzida e preliminar do programa que está sendo elaborado pelo editor desse portal, e que será publicada integralmente nos próximos dias.

a) Suspensão imediata de novas demarcações de terras indígenas e extinção da Funai, seguidas de uma auditoria e revisão completa, com possibilidade de reversão, de todas as demarcações realizadas nos últimos trinta anos. Aprovação de uma lei determinando que novas demarcações somente poderão ser feitas por aprovação do Congresso Nacional, com limites máximos de área demarcada e uma cota limite um total de área demarcadas em relação a extensão de todo território nacional. Proibição de demarcação de terras em áreas de fronteira.

b) Legalização e reconhecimento formal do home schooling, ou educação domiciliar, concedendo à famílias o direito de educar seus filhos sem o obrigatoriedade de colocá-los em escolas. Estabelecimento de um programa temporário de subsídios públicos para as famílias de baixa renda que não possam arcar com as despesas de educação domiciliar. Iniciar um processo gradual de extinção do MEC.

c) Revogação do Estatuto do Desarmamento e de toda e qualquer norma regulatória que venha a ferir o direito de defesa do cidadão, com a adoção de uma legislação inspirada na Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

d) Tipificação clara e inequívoca do crime de terrorismo, definindo o crack como arma química e qualificando o traficante desta droga como terrorista. Os dependentes químicos do crack deverão ser considerados e tratados vítimas de arma química.

e) Revogação do dispositivo constitucional que estabelece o limite de trinta anos para cumprimento de pena de prisão. Extinção das audiências de custódia e de todas as formas de progressão de pena.

f) Privatização da Petrobras e demais estatais de grande porte, seguindo regras claras que estabeleçam a proibição da aquisição de seu controle acionário por estatais estrangeiras e obrigatoriedade se manter seu controle acionário nas mãos de empresas controladas brasileiros natos.

g) Mudança da Embaixada Brasileira em Israel para Jerusalém e reconhecimento da cidade como capital única e indivisível do Estado de Israel. Rompimento de relações diplomáticas com Cuba, Venezuela e Coreia do Norte, e início imediato de relações de apoio financeiro e diplomáticos aos dissidentes e opositores internos desses regime.

h) Estabelecer um prazo limite de trinta a sessenta dias para que todos os escritórios de agências, órgãos e representações da ONU e suas agências no país sejam fechados. Zerar o repasse de recursos públicos do país para a ONU e iniciar negociações com governos dos Estados Unidos, Israel, Austrália, Portugal e países do leste europeu para promover em médio prazo a saída conjunta das Nações Unidas, declarando não mais reconhecer suas resoluções e deliberações.

i) Estimular empregadores e empregados a adotar planos de previdência privada, desobrigando os brasileiros de participar coercitivamente do sistema de previdência pública.

j) Revogação da Nova de Imigração e revalidação do Estatuto dos Estrangeiros, acrescido de alterações que imponham a restrição severa de entrada de muçulmanos no país. Estabelecer uma política de acolhimento de refugiados voltada especialmente aos cristãos que sofrem perseguição em países muçulmanos, mesmo quando tais países não estão em guerra civil.

Os itens expostos acima foram apresentados de modo aleatório e bem resumido, e são apenas uma amostra. Na versão final do programa que estamos elaborando eles estarão organizado por áreas específicas como economia, diplomacia e política externa, segurança pública, organização do sistema político, entre outros. Esse programa mais completo será apresentado nos próximos dias.

#CriticaNacional #TrueNews

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