por emma sarpentier e paulo eneas
A sede da Cruz Vermelha em Caracas, na Venezuela, começou a ser atacada por milícias chavistas e forças de repressão da ditadura narco-comunista de Nicolas Madura desde sexta-feira passada. O hospital da instituição, que fica no bairro de La Candelaria na capital venezuelana, foi alvo de tiros e bombas de gases tóxicos por parte das forças regulares e milicianas do regime, que afetaram os pacientes que estão sendo atendidos e os médicos e funcionários que atendem no local. 

Após o ataque covarde ao hospital, a Cruz Vermelha Internacional decidiu levantar sua bandeira na frente do edifício. Além de hastear a bandeira na fachada do edifício, a Cruz Vermelha Internacional emitiu um comunicado em sua conta no Twitter exigindo respeito ao trabalho humanitário da instituição e lembrando que o emblema da Cruz Vermelha indica que deve ser assegurada a proteção aos feridos e ao corpo de médicos e profissionais de saúde que os atende.

O ataque à Cruz Vermelha Internacional perpetrado pelo chavismo pode ser o preâmbulo de uma escalada de outros ataques a embaixadas ou outras representações internacionais ainda presentes na Venezuela. Dada a gravidade do episódio, ele deveria ser visto como um sinal de alerta ao restante do mundo sobre o agravamento da verdadeira guerra que a ditadura venezuelana empreende contra seu próprio povo. Nenhum governante até o momento manifestou-se a respeito, indicando assim que os governos das Américas continuam de olhos fechados antes crimes diários perpetrados pela ditadura narco-comunista de Nicolas Maduro.

É relevante destacar que por tradição a Cruz Vermelha Internacional somente levanta sua bandeira em caso de guerra ou desastres humanitários. Portanto, o hasteamento da bandeira da instituição na capital venezuelana deveria ser interpretado como um sinal de pedido de ajuda internacional para o resto do mundo. 

Desde o agravamento da crise venezuelana, a Cruz Vermelha Internacional vem aumentando suas equipes no país para prestar auxílio aos nossos feridos. A agressão sofrida pela instituição por parte das forças de repressão do narco-chavismo e a mensagem para o mundo sob a forma de hasteamento da bandeira deveriam ser interpretados como uma indicação de que na Venezuela existe um grave conflito internacional, e que os venezuelanos necessitam do apoio e da ajuda de todos os povos do mundo.

Atualização:
Informações ainda não confirmadas dão conta de que o ditador Nicolas Maduro teria ordenado a expulsão de todos os médicos e funcionários da Cruz Vermelha na Venezuela.

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