por paulo eneas
Desde segunda-feira circula na internet uma informação alarmista de que treze embarcações estariam a caminho do país trazendo aproximadamente um milhão e oitocentos mil refugiados. Até onde nos foi possível verificar, essa informação é rigorosamente falsa e não passa de um boato. Os próprios números trazidos pela informação são irrealistas, pois seria necessário que cada embarcação contivesse mais de cento e trinta mil pessoas para atingir esse montante de supostos refugiados. As maiores embarcações comerciais do mundo comportam no máximo aproximadamente oito mil pessoas.

Esse tipo de desinformação alarmista e infundada, divulgada a partir de perfis ou de conteúdos quase anônimos na internet sem indicar a fonte original da notícia, além de gerar confusão entre as pessoas, acaba servindo para desacreditar e colocar em questão a seriedade daqueles que se preocupam com o problema real da política imigratória brasileira e com o problema real da expansão do islã no país. 

É fato que a atual política imigratória e a política externa do governo de Michel Temer em nada diferem das políticas do governo petista anterior nessas áreas, caracterizadas pela submissão do país à agenda globalista imposta pela ONU e suas agências. Uma agenda que tem como norte a facilitação da ocupação islâmica do ocidente e o ataque às soberanias nacionais. E uma dos vetores da implementação dessa agenda vem sendo chamado informalmente de terceirização de imigração.

A terceirização da imigração representa a expansão da ocupação islâmica
Ao contrário de uma certa percepção que vem sendo difundida em nosso meio, a pressão globalista sobre os países do continente americano para que estes recebam mais e mais supostos refugiados não tem por objetivo resolver uma pressão interna nos países europeus, por meio de uma imaginária terceirização de refugiados.

Ainda que esta pressão por terceirização possa servir para mitigar no nível do discurso e da propaganda as pressões políticas internas nos países europeus, se essa pressão for bem-sucedida e milhares de muçulmanos começarem a aportar no continente americano de norte a sul,  ela não significará de forma alguma uma solução para o problema imigratório europeu.

Pois é importante ter em mente que a origem desse problema migratório (que a rigor não é um problema migratório de per se, mas processo de invasão e ocupação estimuladas) está na própria elite de esquerda globalista que governa o continente europeu. Uma elite que, aliada ao mundo islâmico, decidiu há décadas abrir todo o ocidente, o que inclui o continente europeu e também americano, para a ocupação muçulmana.

Portanto, a chamada terceirização de imigração é uma etapa de acentuamento e expansão de um problema deliberadamente criado, e não um mecanismo para mitigá-lo, ainda que venha a ser apresentado dessa forma.

O testemunho da fala de um ministro brasileiro
De nosso lado, o alinhamento da política imigratória brasileira com a agenda pró-globalista, e por extensão pró-islâmica, da ONU e suas afiliadas ficou evidenciado em um pronunciamento do então Ministro da Justiça Alexandre de Moraes durante evento organizado pelo ex-presidente americano Barack Obama no ano passado justamente a respeito de imigração. Trechos dessa fala podem ser vistos no vídeo abaixo, nas quais o ministro do presidente Michel Temer deixa claro que o Brasil é um país disposto a receber um número ilimitado de supostos refugiados.

A fala do então ministro mostra por si só o grau de vulnerabilidade a que o país está exposto por conta da submissão de sua soberania às diretrizes globalistas e pró-islâmicas da ONU. Uma vulnerabilidade que ficará ainda mais a acentuado quando a famigerada Nova  Lei do Imigrante entrar em vigor dentro de aproximadamente seis meses. Daí decorre que uma das prioridades nacionais deve ser a de exigir do Congresso Nacional a revogação dessa lei, bem como revisão completa de nossa política imigratória suicida contrária aos interesses nacionais e à soberania da nação.

Esse item por si só já deveria ser suficiente para unificar toda a direita conservadora nacional e todo o campo democrático ou republicano das forças políticas do país em torno de uma pauta de pressão e de cobrança à direita sobre o Congresso Nacional e sobre o governo de Michel Temer.



#CriticaNacional #TrueNews

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Deixe um comentário