A Esquerda e Sua Obsessão Pela Violência & Pela Morte

por paulo eneas
O discurso de tolerância e de diversidade que a esquerda adota serve para ocultar sua obsessão pela violência e pela morte. E muitas vezes essa obsessão típica da mentalidade e da ética desumanas da esquerda prevalece em relação à conveniência do discurso de tolerância. A tentativa de assassinato de líderes do Partido Republicano nos Estados Unidos nessa quarta-feira foi comemorada e celebrada pela esquerda do país. Há algumas semanas, uma comentarista da Rede de Televisão CNN exibiu a representação de uma cabeça decapitada e ensanguentada com o rosto de Donald Trump.

Não se trata do chamado discurso de ódio, expressão eufemística desprovida de conteúdo usada pela própria esquerda para calar e censurar seus opositores. Trata-se da adoção por parte da esquerda da prática deliberada de incitação e de estímulo à violência e ao crime contra os que se opõem à sua agenda. Poucos dias antes da posse de Donald Trump, a mesma CNN exibiu matérias com supostos especialistas especulando sobre o que aconteceria se o então presidente eleito fosse morto no dia da posse, numa clara incitação pretensamente velada ao assassinato de Donald Trump antes de ele tomar posse na presidência. 

A esquerda não se contenta em se aliar aos criminosos em geral, à bandidagem, ao crime organizado, ao terror islâmico e ao narcotráfico, como ocorre em larga escala na América Latina. Quando necessário, a própria esquerda abre da terceirização das práticas de crime e de violência que ela abraça e endossa, e se encarrega ela mesmo de ir a campo incitar, estimular e praticar tais crimes contra a propriedade e contra a vida das pessoas. A esquerda, assim como o islã, não existiria se não fosse sua obsessão pela morte.

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