por paulo eneas
Até onde nos foi possível constatar, a notícia que vem sendo veiculada esta semana de que treze navios da ONU estariam a caminho do Brasil com cerca de dois milhões de refugiados muçulmanos é rigorosamente falsa e não passa de boato, e tem se prestado unicamente a disseminar desinformação e confusão. As pessoas que estão divulgando este boato, quando instadas a dar provas e citar fontes, alegam que possuem fontes seguras mas que não podem ser reveladas. Uma atitude que obviamente não pode ser levada a sério.

O islã representa uma ameaça real para o país, como já vimos falando há tempos aqui no Crítica Nacional. A aprovação da nova lei de imigração, a proposta de emenda constitucional que confere direito de votos a estrangeiros e redefine a noção de cidadania brasileira, como tratamos no artigo Atentado Contra a Soberania Nacional: PEC do Voto dos Estrangeiros Extingue a Cidadania Brasileira, são exemplos concretos dessa ameaça.

Assim como a ostensiva propaganda pró-islâmica que vem sendo feita em todos os meios de comunicação, além de iniciativas pró-islâmicas que tem ocorrido em diversos pontos do país com apoio de prefeituras e outros órgãos oficiais. Um exemplo dessa propaganda foi o evento Islã Caridoso, organizado no último fim de semana na capital paulista com apoio da prefeitura paulista chefiada pelo tucano João Doria.

Entendemos que a ameaça islâmica, que é um problema real e concreto, é um assunto sério e grave demais para ser tratado com leviandade e mentiras. As pessoas que estão disseminando o boato sobre os tais treze navios têm a obrigação de dar provas que corroborem esta informação. Se não o fizerem, não poderão merecer credibilidade alguma por parte dos brasileiros que estão preocupados com o tema e procuram, de maneria séria e responsável, encontrar formas de lutar contra essa verdadeira ameaça à nossa soberania e à nossa própria existência como nação independente e como civilização.

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