por paulo eneas
O Brasil tem sido vítima há anos da agenda ideológica da esquerda globalista internacional, agenda essa que tem se traduzido na adoção de políticas públicas que estão em linha com essa agenda. A implementação dessa agenda por parte de governos petistas e tucanos constitui-se na raiz dos principais problemas que o país enfrenta.

Dentre os itens dessa agenda que se materializaram em políticas públicas no país estão as cotas raciais, demarcação de terras indígenas, as políticas pró-aborto, o desarmamento da população civil, ideologia de gênero nas escolas, tentativas recorrentes de extinção das polícias militares, políticas de saúde e de segurança pública favoráveis ao consumo de drogas, esforços para abertura indiscriminada de nossas fronteiras, propaganda ostensiva do islã, e ataques diretos ou indiretos às nossas tradições e valores cristãos.

É importante ter em mente que todas estas políticas, e outras que não listamos acima, se originam na ONU e em suas agências. É importante também compreender que, no que diz respeito a adesão a estas políticas, não existe diferença alguma entre tucanos e petistas, pois ambos são braços de um mesmo corpo empenhado em fazer o país se submeter a uma nova ordem mundial, na qual a soberania nacional ficará em segundo plano ou poderá até mesmo ser extinta em nome de um novo arranjo global de poder, arranjo esse que terá à sua frente as forças de esquerda globalistas e seus aliados muçulmanos, materializadas nas instituições da ONU.

É esta verdadeira ameaça à nossa soberania que deverá ser o tema central das eleições do ano que vem, assim como ocorreu nas eleições americanas do ano passado. A escolha de um candidato tucano para a presidência, seja ele João Doria, ou Geraldo Alckmin ou Tasso Jereissati, representará a continuidade e o aprofundamento dessas políticas. E não estamos afirmando isso por suposição, mas sim a partir de uma constatação objetiva das práticas desses políticos tucanos à frente, respectivamente, da prefeitura paulistana, do governo paulista e no senado. 

Basta lembrar que Tasso Jereissati foi um principais defensores da nova lei de imigração. Geraldo Alckmin, por sua vez, acabou de implementar a política de banheiros únicos nas escolas públicas do estado, além de outras políticas visivelmente em linha com a agenda globalista. E o mesmo se pode constatar em relação à gestão da prefeitura paulistana chefiada por João Doria no que diz respeito a temas como desarmamento civil, controle por parte do poder público sobre iniciativas de empreendimento privado, política de imigração e sua conduta em relação à cracolândia, entre outros.

Diante desse cenário, entendemos dentre os nomes que estão colocados para a disputa presidencial do ano que vem, somente o de Jair Bolsonaro representa efetivamente uma oposição clara e inequívoca a esta agenda globalista, como ele já verbalizou em inúmeras oportunidades. Contrariamente a todos os demais nomes colocados para a disputa, que se limitam no máximo a um pastiche de discurso antipetista misturado com generalidades sobre gestão, Jair Bolsonaro não se furta ao combate efetivo aos diversos itens dessa agenda globalista, além de se espelhar e se inspirar na figura de Donald Trump como referência geopolítica para esse enfrentamento.

O enfrentamento à esquerda globalista internacional e seus aliados muçulmanos é uma tarefa gigantesca que não pode de modo algum depender de uma única pessoa, pois não existem salvadores da pátria. Mas sem dúvida esse enfrentamento se dará em condições muito mais favoráveis nos países do ocidente que tiverem nas suas respectivas presidências e chefias de governo homens comprometidos em fazer esse enfrentamento. Essa tem sido a realidade dos Estados Unidos, com Donald Trump. Essa pode vir a se tornar a realidade no Brasil, com Jair Bolsonaro na presidência.

Com a colaboração de Débora Portugal. #CriticaNacional #TrueNews.


 

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