A Entrevista de Joesley

Na entrevista que deu à Revista Época, o dono da JBS dá a entender que em treze anos de petismo, quem de fato comandava o crime organizado que se apossou do Estado brasileiro era Michel Temer. Os petistas e seu chefe, que pilharam de fato o país, destruíram nossa economia, alimentaram e bancaram regimes de ditadura e viabilizaram a consolidação da ditadura narco-comunista na Venezuela teriam sido apenas coadjuvantes e partícipes em segunda escala.

A entrevista na revista das Organizações Globo e a repercussão dada a ela pelo blog da Empiricus Research/O Antagonista evidencia o que estamos afirmando há mais de um mês: o objetivo desses dois veículos é seguir adiante na tentativa de derrubar o atual governo, e contam para isso com o respaldo da Procuradoria Geral da República na figura de Rodrigo Janot, o mesmo que quer assegurar na marra a adoção da ideologia de gênero nas escolas.

O principal efeito até o momento tem sido o de tirar o foco de Lula, que continua solto, e da responsabilidade direta do petismo e seus aliados ideológicos principais, os tucanos, pelos treze anos de destruição do país. O efeito também tem sido o de ocultar que o propósito principal da corrupção institucionalizada no país na era petista não era o de enriquecimento de seus agentes corruptos e corruptores, mas assegurar permanência e continuidade de um projeto de poder socialista. 

E é também, embora não apenas, na defesa desse projeto socialista-globalista, ainda que despido do petismo já descartado, que segmentos da imprensa e a procuradoria embarcaram no esforço de desestabilização do país e derrubada do governo para antecipar uma solução de continuidade no exercício do poder em relação às eleições do ano que vem. Uma eventual queda de Michel Temer abre possibilidades reais de suspensão das eleições no ano que vem, pois meio de algum casuísmo institucional que venha a promover uma mudança artificial de regime.

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