por paulo eneas
A narrativa mentirosa e delinquente que a psicopatia esquerdista criou a respeito da criminalidade e da violência, uma narrativa segundo a qual o criminoso seria uma suposta vítima da sociedade e as vítimas reais dos criminosos são simplesmente esquecidas e ignoradas, está perdendo respaldo junto à população numa velocidade e numa extensão possivelmente muito maiores do que possa parecer. Uma mostra bastante significativa da rejeição dessa narrativa por parte da população pode ser vista na página da ONG esquerdista, desarmamentista e defensora de criminosos chamada Instituto Sou da Paz.

O Instituto Sou da Paz publicou em seu perfil no facebook um vídeo com a intenção de sensibilizar o público com o suposto problema da alegada superlotação de presídios. O vídeo vem acompanhado de uma chamada condenando o que a ONG esquerdista chama de encarceramento em massa, outro conceito mentiroso criado pelos comunistas para promover a defesa de bandidos e criminoso, sob a alegação falaciosa de que o Brasil é um país onde há excesso de presos. 

A realidade mostrada por estudos sérios na área mostra exatamente o oposto: comparado a outros países, a população carcerária brasileira é baixa em relação ao total da população. Além disso, os próprios órgãos de estado reconhecem que existem milhares de condenados pela justiça que estão nas ruas e que deveriam estar presos. Esse elevado número de criminosos condenados que estão nas ruas explica em parte os nossos elevados índices de criminalidade. Explica também a alta incidência de confrontos com a polícia, pois o criminoso sabe que se for detido numa ação policial irá para o presídio por crime anterior para o qual ele já foi condenado.

A reação do público ao vídeo pretensamente sensibilizador do Instituto Sou da Paz foi absolutamente extraordinária: o vídeo rendeu cerca de cinco mil e quinhentos comentários. Fizemos uma leitura rápida de uma amostra de cerca de dez por cento desse total. Praticamente todos os comentários, perto de cem por cento da amostra, dos leitores foram de rejeição ao discurso vitimista e de inversão de valores apresentado pelo vídeo. Não identificamos na amostra, tomada aleatoriamente, um único comentário sequer de aprovação à narrativa favorável aos criminosos apresentada no vídeo.

O dado mais significativo dessa amostra é que, embora tenha sido feita sem qualquer pretensão de rigor científico, ela se constitui num indicativo claro de que um dos braços mais importantes do marxismo cultural, que é a defesa e a proteção de bandidos e criminosos em prejuízo das pessoas de bem, parece ter sido quebrado pela dura realidade da violência com que as pessoas comuns se deparam no dia a dia. Não é, portanto, exagero afirmar que esse fato representa uma rachadura no edifício gramsciano que a esquerda construiu de maneira tão competente ao longo das últimas décadas.

O leitor interessado poderá ver esses comentários nesse link aqui, onde se desejar poderá também ver o referido vídeo, que não passa de uma propaganda e de uma defesa de bandidos e criminosos, feitas em nome dos direitos humanos. Cumpre lembrar que esse mesmo Instituto Sou da Paz organizou há alguns dias, em parceria com a Prefeitura de São Paulo sob o comando do socialdemocrata João Doria, uma campanha de desarmamento da população na capital paulista, da qual tratamos no artigo A Eficiência da Gestão Social-Democrata: Prefeitura Paulistana Contra o Direito de Defesa. Nesse artigo mostramos que o empenho da prefeitura paulistana sob gestão tucana em desarmar a população está em linha com a agenda globalista e com a tradição de todas as correntes de esquerda internacional. 

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