A Fala do General Villas Bôas no Senado

Durante depoimento no senado essa semana, o Comandante do Exército Brasileiro, General Eduardo Villas Bôas, foi questionado pela senadora Ana Amélia sobre a possibilidade de intervenção militar. A resposta do general deu origem, a nosso ver, a algumas interpretações precipitadas. Antes de analisar a resposta, cumpre observar que a pergunta da senadora, ainda que em um tom provocador, expressou na verdade um certo temor da classe política ante o crescimento, ainda que não traduzido em movimento político organizado, da simpatia da população pela ideia de intervenção das Forças Armadas no processo político.

Esse temor expresso pela senadora por si só torna meritoso e válido, no âmbito da guerra política, todo esforço de propaganda feito pelos ativistas que defendem uma intervenção da Forças Armadas no processo político nos termos previstos pela Constituição. De resto, a resposta do General Villas Bôas não poderia ser diferente: sua resposta foi consistente com o observância do texto constitucional, descartou a possibilidade de golpe (pois obviamente não se trata de modo algum de defender golpe) e lembrou aos senadores que a possibilidade de ação das Forças Armadas no processo político está prevista na Constituição com o objetivo de preservar a democracia e as instituições. E é exatamente disso de que trata a tese da intervenção das Forças Armadas no processo político.


Nesse Domingo, 25 de Junho, haverá manifestações em várias cidades do país em favor da Intervenção Constitucional da Forças Armadas. Em São Paulo, a manifestação ocorrerá no Parque Ibirapuera em frente ao Quartel do II Exército a partir das 10h.
O Crítica Nacional estará presente acompanhando a manifestação.


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