A Falácia do Conceito de Extrema-Esquerda na Guerra Política

O termo extrema-esquerda vem sendo usado largamente por certos analistas para designar determinadas correntes do cenário político nacional, especialmente os petistas. Mostraremos mais tarde em um artigo mais elaborado que o uso desse termo é impreciso. Afinal, o que seria mais nocivo ao país? Uma esquerda supostamente extremada, representada hoje por petistas e psolistas, ou uma esquerda não-extremada, representada pela socialdemocracia tucana que tem acelerado a agenda de esquerda globalista no país?

Esta mesma socialdemocracia não-extremada cujo prefeito promove campanhas de desarmamento e apoio à propaganda islâmica na capital paulista, e que tem um senador que fez aprovar uma lei de imigração que ataca de frente a soberania nacional e a cidadania dos brasileiros, faz tanto mal ao país quanto qualquer política da suposta extrema-esquerda.

E uma evidência desse fato pode ser encontrada no continente europeu: a civilização ocidental vem sendo destruída aos poucos no velho mundo, com a ajuda do islã, em consequência de políticas públicas pró-islâmicas, antinacionais e anticristãs, implementadas pelos governos da socialdemocracia, empenhada que esteve desde sempre em levar a cabo o programa do socialismo fabiano.

Estes fatos concretos, e não uma opinião, mostram que a única diferença relevante entre socialistas-comunistas e os socialistas fabianos (ou socialdemocratas) é que os primeiros destroem uma sociedade por overdose, enquanto os segundos o fazem por doses homeopáticas. 

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