por paulo eneas
O petismo somente voltará à presidência da república no ano que vem se as eleições forem fraudadas por meio das urnas eletrônicas. Diante dessa possibilidade, pouco importará que dezenas de milhões de brasileiros votem em Jair Bolsonaro ou que parte da elite da direita brasileira resolva aderir ao candidato socialdemocrata fabiano em nome de um suposto voto útil antecipado: as eleições já estarão previamente decididas pelo estamento burocrático por meio da fraude.

Diante da possibilidade real de fraude no processo eleitoral, como ocorreu nas eleições passadas, caberia aos movimentos democráticos e a toda à direita priorizar hoje a luta por eleições limpas e transparentes. Essa bandeira deveria unificar hoje as forças democráticas do país, para a retomada real de mobilizações de rua em defesa da democracia. Pois de nada irá adiantar alianças partidárias prévias, se o processo eleitoral estiver viciado desde a origem para assegurar a volta dos comunistas e socialistas à presidência da república à revelia da vontade popular.

Isto posto, excluindo-se a hipótese de fraude, mantemos aquilo que estamos afirmando há cerca de um ano: o petismo como força político-eleitoral, em um processo eleitoral sem fraudes, está morto. Por esta razão entendemos que a insistência em falar de um suposto risco da volta do petismo ao poder, quando dissociado do fator fraude eleitoral, serve unicamente para manter vivo um espantalho para bater, o espantalho do antipetismo.  

Esse espantalho vem sendo usado quase como chantagem política por parte de segmentos liberais de formadores de opinião para justificar a adesão a um projeto político que representará a continuidade da esquerda no poder no país, só que dessa vez pela vertente socialdemocrata, ou socialista fabiana como muitos preferem, temperada com ingredientes de pautas liberais, e perfeitamente aderente à agenda globalista de engenharia social naqueles itens que realmente importam. Itens esses que obviamente não incluem pichadores de muros.

Portanto, entendemos que todas as manifestações de figuras públicas expressando preocupação com a hipotética volta do petismo precisam ser avaliadas a partir da perspectiva de seu autor. Pois ou se trata de uma pregação antecipada e dissimulada, e portanto desonesta ao nosso ver, de voto útil na socialdemocracia tucana, ou se trata de uma preocupação autêntica com a lisura do processo eleitoral. No caso desta última, convidamos então seus proponentes a se juntarem à direita e às demais forças democráticas do país para ir às ruas defender a transparência das eleições.

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