Não É Bancada Da Chupeta: São Comunistas Mostrando Seus Métodos

Um grupo de senadoras comunistas dos partidos de esquerda decidiu nessa terça-feira usar de obstrução física para impedir que a Mesa do Senado pudesse dar andamento à votação da reforma trabalhista. A obstrução física consistiu numa ação calculada de ocupação física da mesa de trabalhos, que somente poderia ser retomada por outra ação igualmente física, para a qual as senadoras obviamente já teriam preparado um discurso vitimista e feminista. Trata-se de um exemplo elementar de tática de ação revolucionária.

Uma parte da imprensa, como por exemplo O Antagonista e também outros jornalistas, descreveram o episódio como sendo uma palhaçada ou teatrinho criado pela bancada da chupeta. O uso desses termos serve apenas para desinformar, ou reflete a falta de entendimento por parte de quem os emprega. Falar em bancada da chupeta, longe de ridicularizar seus integrantes, serve apenas para amenizar sua imagem, e seu emprego demonstra no mínimo uma falta de clareza política por parte de quem o utiliza.

É preciso nominar as coisas e as ações pelo que elas de fato o são: não é bancada da chupeta, trata-se da bancada comunista. A ação de obstrução física não é uma palhaçada ou teatrinho, mas uma ação revolucionária pensada e calculada, e deveria servir não para descrições jocosas e pretensamente bem-humoradas. Ao contrário, a ação de obstrução deveria servir para mostrar que comunistas não encontram limites quando se trata de levar adiante seus objetivos. Ainda que para isso seja necessário empregar de força física, mesmo que passivamente, para impedir o funcionamento de uma instituição republicana, já por si só combalida e desprovida de legitimidade.

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