por paulo eneas
Dez criminosos fortemente armados de fuzis e outras armas de alto poder de fogo morreram ao entrar em confronto com a polícia civil durante tentativa de assalto a uma residência no bairro do Morumbi, na capital paulista, na noite do último domingo. A ação dos criminosos, que haviam invadido uma residência e mantinham a família como refém, foi interceptada pelo Garra, Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos, unidade de elite da Polícia Civil de São Paulo especializada no combate a estas modalidades de crimes. 

A quadrilha de criminosos já havia praticado cerca de vinte roubos em bairros nobres da Grande São Paulo e vinha sendo monitorada pelo Garra há alguns meses. A ação da Polícia Civil de São Paulo foi, portanto, uma combinação de inteligência investigativa e eficiência no enfrentamento em campo contra criminosos. Uma eficiência que se expressou no fato de não ter havido baixas entre os policiais durante o confronto que seguiu-se à reação violenta dos criminosos ao serem abordados pela polícia. Sob esses e outros critérios, a ação da Polícia Civil de São Paulo merece ser efusivamente aplaudida.

A Cobertura Criminosa da Imprensa
Como era esperado, a grande imprensa procurou tratar o episódio com o mesmo viés que caracteriza a cobertura que ela faz de todos os fatos relacionados à violência e criminalidade urbanas: demonizando e condenando a ação legítima da polícia e procurando tratar os criminosos como vítimas, inclusive ao referir-se a eles como suspeitos, quando na verdade não eram suspeitos, mas criminosos que foram pegos em flagrante cometendo um crime e que reagiram a abordagem policial.

Desde domingo a grande imprensa vem apresentando supostos especialistas em segurança, convidados não para elucidar os fatos mas para endossar uma narrativa já previamente estabelecida: a de que a ação da polícia deve ser condenada. O tratamento dado pela grande imprensa mostra, portanto, que ela continua desempenhando o mesmo papel há anos: proteger criminosos e transformá-los em vítimas, ao mesmo tempo em que demoniza e ataca por meio de falácias a ação das forças da lei e da ordem.

A Anistia Internacional Resolveu Latir
A entidade internacional globalista e esquerdista chamada Anistia Internacional, que existe para proteger criminosos, terroristas muçulmanos e para atacar e demonizar as forças da lei e da ordem nas democracias ocidentais, resolveu latir a respeito do episódio. A entidade publicou uma nota cheia de falácias em seu website exigindo que o Ministério Público de São Paulo tome providências quanto a ação policial, alegando que não podemos aceitar naturalmente uma ação da polícia com dez mortos.

É preciso colocar as coisas na devida perspectiva: em primeiro lugar a Anistia Internacional, assim como qualquer outra ONG globalista internacional, não é autoridade constituída segundo as leis brasileiras, de modo que o tratamento cerimonioso que a grande imprensa confere aos latidos de seus dirigentes representa apenas a subserviência, por alinhamento ideológico, dessa mesma imprensa a todas as ONGs globalistas internacional que atuam em território nacional e fazem ingerência indevida em assuntos internos do país.

Em segundo lugar, é preciso que os poucos formadores de opinião não alinhados à esquerda digam à Anistia Internacional que não cabe a ela, nem a qualquer entidade globalista internacional, dizer o que pode ou não ser naturalmente aceito pelos brasileiros no que diz respeito a ação de suas polícias ou a qualquer outro tema de política pública nacional. Trata-se de assunto interno do país, que não tem que ser submetido ao crivo de entidades estrangeiras. O que não pode ser aceito é que um órgão do Estado nacional brasileiro, como o Ministério Público, venha a submeter-se e a pautar-se pelos latidos de uma ONG estrangeira.

Nossa Resposta a um Documento Retórico e Cheio de Falácias 
O latido da Anistia Internacional venho acompanhado de uma nota, que a grande imprensa subserviente e alinhada divulgou com a solenidade de quem divulga uma Bula papal. A nota não passa de um discurso político-ideológico esquerdista, o qual destrinchamos abaixo
:

a) A ação da Polícia Civil em São Paulo que resultou em 10 pessoas mortas (…)
A ação resultou na norte de dez criminosos, e essa informação não pode ser omitida.

b) (…) deve ser rigorosamente investigada.
O que tem que ser investigado são os crimes praticados pelos bandidos acobertados por entidades como a Anistia Internacional. Os criminosos reagiram a abordagem policial e morreram em decorrência dessa reação.

c) A polícia em São Paulo (…) tem um histórico de alta letalidade
Isso é falso e mentiroso. A letalidade existe na ação dos criminosos brasileiros, que estão entre os mais violentos do mundo, e as dezenas de milhares de homicídios anuais no país atestam isso. Criminosos brasileiros não furtam-se a enfrentar a Polícia ou a matar suas vítimas, pois sabem que serão protegidos pelas leis brasileiros, pela imprensa e por entidades como a Anistia Internacional.

d) (…)  uso excessivo ou desnecessário da força letal que resultam em mortes que poderiam e deveriam ter sido evitadas.
Quem define a intensidade da força, e sua necessidade, para enfrentar criminosos fortemente armados é quem está na linha de frente do enfrentamento. Nessas circunstâncias, a morte a ser evitada é a de vítimas envolvidas, como nos casos de sequestro, e a dos policiais na operação.

e) Diante deste histórico conhecido do padrão de atuação da polícia e do alto número de mortos neste episódio do último domingo (…)
O número de criminosos mortos no episódio (qual a dificuldade de a Anistia Internacional em dizer que os mortos eram criminosos?) correspondeu ao número de criminosos que decidiram partir para o confronto com a Polícia, com a intenção deliberada de matar policiais.

f) (…) é fundamental que uma investigação imparcial e exaustiva seja feita imediatamente para identificar se houve ou não uso excessivo da força ou abusos por parte dos policiais envolvidos.
Argumento falacioso conforme mostrado no item d) acima.

g) A ação da polícia também não deveria ser considerada “um sucesso”. O papel da polícia não é matar e uma intervenção que resulte em dez pessoas mortas não pode ser considerado referência de eficiência ou sucesso da ação policial.
A operação foi um sucesso no sentido de que a ação criminosa foi frustrada e as vítimas dos criminosos saíram ilesas. A operação também foi um sucesso no sentido de que, uma vez que os criminosos optaram por enfrentar a polícia, quando lhes foi dada a possibilidade renderem-se, esse enfrentamento não resultou na morte ou ferimento de nenhum policial. O papel da polícia não é matar, mas também não é o de morrer nas mãos de criminosos. As mortes dos criminosos decorreram unicamente da decisão deles de enfrentar a polícia.

h) O combate ao crime, fundamental para a garantia de segurança pública para todas as pessoas, não é incompatível com a garantia de direitos humanos e o respeito ao devido processo legal.
Ninguém respeita mais os direitos humanos do que as forças policiais civis e militares brasileiras, que empenham-se em proteger a vida das pessoas de bem que são vítimas da ação dos criminosos. O criminoso também tem seu direito à vida respeitado uma vez que, quando interceptado pela polícia, ele tem a opção de render-se para ser detido e levado à justiça para responder, na forma da lei, pelo seu crime. O argumento da Anistia Internacional nesse caso é puramente retórico e apenas explicita a preocupação da entidade em proteger bandidos e criminosos a qualquer custo, inclusive às custas das vidas de policiais e das vítimas do crime.

i) Ao contrário, uma polícia que age com excessos ou na ilegalidade só contribui para o aumento da violência como um todo (…)
Outro argumento retórico e mentiroso, e desafiamos ao retador idiota e cretino da Anistia Internacional a mostrar se houve alguma ilegalidade ou excesso no episódio em questão. De resto, inúmeros fatores contribuem para o aumento da violência, mas nenhum deles está relacionado à ação da polícia. O que contribui de fato em primeiro lugar é a população civil desarmada e impedida, por lei, de ter acesso a armas. E em segundo o lugar, o fato de criminosos e bandidos serem protegidos pelas leis, pela imprensa e por entidades globalistas como a própria Anistia Internacional.

j) O Ministério Público, que tem o papel de exercer o controle externo da atividade policial, deve investigar prontamente a ação da Polícia Civil neste caso.
Não cabe a uma entidade globalista estrangeira lembrar ao Ministério Público quais as suas atribuições estabelecidas no texto constitucional. Além disso, a legalidade das ações da polícia são avaliadas também pela Corregedoria quando necessário, que possui seus critérios para analisar cada ação, que independem de consideração de qualquer entidade estrangeira cujas ações e funcionamento não têm previsão legal alguma no ordenamento jurídico brasileiro no que diz respeito a assuntos de segurança pública.

k) Não podemos aceitar com naturalidade que uma ação da polícia resulte em dez pessoas mortas. Isso não é política de segurança pública adequada.
A Anistia Internacional não possui procuração, nem mandado nem status legal algum para dizer o que é ou não aceitável em termos de políticas de segurança pública no país.

l) (…) Mas, acima de tudo, é necessário repensar as estratégias de ação da polícia para que isso não se repita.
O que não pode continuar repetindo-se é a morte de um número crescente de policiais, já foram centenas esse ano, por ação de criminosos que são protegidos por entidades como a Anistia Internacional. Também é preciso cessar o número crescente de vítimas civis desarmadas que são mortas diariamente por esses mesmos criminosos. Não há que repensar estratégias, pelo contrário: a ação da polícia civil paulista no episódio do Morumbi deve servir de referência para ações futuras, pois a ação foi um sucesso nos termos que expomos no item g) acima.

m) A ação da polícia de combate ao crime deve ser planejada de forma a proteger e preservar a vida de todas as pessoas, inclusive aquelas envolvidas em atos ilícitos ou suspeitas de cometerem crimes.
O fraseado acima reflete como nenhum outro, talvez num ato falho, a única preocupação real da Anistia Internacional: proteger e preservar a vida de criminosos, que a entidade chama eufemisticamente de suspeitos ou de pessoas envolvidos em atos ilícitos, ainda que para isso seja necessário sacrificar a vida de policiais ou condená-los quando são bem-sucedidos em suas ações. A Anistia Internacional é uma entidade abjeta e desumana, que merece o desprezo de todos os brasileiros de bem.

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