por paulo eneas
O fim de semana de feriado prolongado foi tomado pela reação fulminante e vigorosa de diversos segmentos conservadores, particularmente os cristãos, a uma aberração em forma de pretensa exposição de arte promovida pelo Banco Santander na cidade de Porto Alegre. Denominada Queer Museu, a exposição traz um conjunto de objetos e imagens que fazem apologia à pedofilia, à zoofilia, expõem pornografia explícita, além de vilipendiar e promover a blasfêmia de símbolos cristãos.

O curador da amostra é um certo Gaudêncio Fidélis, amigo da deputada petista gaúcha Maria do Rosário. Sob pretexto de promover o que os comunistas chamam de diversidade sexual, a exposição é uma amostra exemplar do marxismo cultural em seu estado mais bruto. Ao exibir publicamente imagens que fazem apologia a práticas condenadas por toda a civilização ocidental, além do ataque e do insulto blasfemo aos símbolos cristãos, o Banco Santander colabora e é conivente com a mais fundamental das estratégias do movimento revolucionário nas últimas décadas: o ataque direto e frontal aos valores fundamentais nos quais se assentam a civilização ocidental.

O marxismo cultural em estado bruto promovido pelo Banco Santander tomou também a forma de ato criminoso: as imagens de pornografia explícita, pedofilia, zoofilia e insulto a símbolos cristãos foram expostas a crianças e menores de idade, o que constitui-se em crime no Brasil. Ao promover o evento, o Banco Santander pode ter incorrido em crimes previstos nos artigos 208 e 234 do Código Penal e no artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente.

A pressão dos conservadores produziu resultado
A indignação transformada em ação concreta principalmente por parte dos cristãos e conservadores produziu resultado: já no fim de semana o banco emitiu um comunicado, ainda que pífio e cínico, pedindo desculpas e informando o encerramento antecipado do lixo marxista patrocinado sob a forma de exposição. Nas redes sociais, iniciou-se uma campanha de boicote ao banco, campanha essa a qual o Crítica Nacional aderiu, sugerindo aos correntistas encerrarem suas contas. Nas redes sociais dessa segunda-feira circula a informação de que milhares de correntistas teriam já encerrado suas contas. No entanto, não tivemos como verificar a veracidade desta informação.

O mais importante desse episódio foi mostrar que a reação dos conservadores e cristãos, representando legitimamente o pensamento e os valores da maioria dos brasileiros, surtiu efeito. O recuo do banco diante da pressão serviu para evidenciar aquilo que deveria ser uma obviedade e uma constante: uma minoria de comunistas financiados com recursos públicos, ou diretamente pela elite financeira, não pode querer atacar os valores éticos e morais da maioria e esperar que esta aceite esse ataque em silêncio e sem reação. Isso se chama ditadura da minoria, a base de ação de todo movimento comunista.

A minoria não pode impor sua vontade à maioria
Em uma sociedade supostamente democrática, a vontade e os valores da maioria devem prevalecer. A maioria dos brasileiros repudia e não aceita a pedofilia, a zoofilia, e a exposição de crianças a cenas de pornografia explícita, ainda que sob o falso pretexto de manifestação da artística. Pois não se trata de arte e sim da instrumentalização e banalização do conceito de obra de arte para fins exclusivos de engenharia social e de guerra político-ideológica. Era disto, e somente disso, que o lixo promovido pelo Santander tratava.

A maioria dos brasileiros tem que deixar claro para os comunistas e seus idiotas úteis contaminados pelo marxismo cultural, como os dirigentes do Banco Santander, que ela não aceita que seus valores e símbolos religiosos sejam atacados e submetidos a insultos e blasfêmias, e ponto. É preciso também não contentar-se apenas com o pedido de desculpas. É necessário mover ações judiciais contra o banco e contra os responsáveis pela aberração, exigindo uma tomada de posição por parte do Ministério Público, entre outros.

No vídeo abaixo pertencente ao canal Terça Livre, e que foi produzido antes do encerramento antecipado da exposição, a jornalista Fernanda Sales informa que o presidente do Santander Cultural afirmou explicitamente que a exposição bizarra expressa os valores nos quais a instituição acredita. Ou seja, nas palavras dele, a pedofilia, a zoofilia, a exposição de crianças a pornografia explícita e o vilipêndio de símbolos religiosos cristãos representam os valores nos quais o Banco Santander acredita.  Cabe agora aos brasileiros de bem exigir que o banco venha a explicar na justiça a defesa desses valores, uma vez que eles correspondem a crimes previstos pela legislação penal brasileira.



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