Exposição Criminosa do Santander: Tentativa de Mudança de Foco

Canalhas e vigaristas intelectuais servem para legitimar ações criminosas por meio do desvio do foco do conteúdo criminoso de uma determinada ação, redirecionando este conteúdo para um aspecto secundário ou mesmo inexistente através de uma discussão pseudo-sofisticada. No caso da exposição criminosa promovida pelo Santander, a discussão que importa sobre o conteúdo do evento não é aquela a respeito do que é ou não arte e muito menos sobre liberdade de expressão artística, como alguns canalhas da imprensa nacional e internacional estão tentando fazer.

O conteúdo relevante da exposição do Santander diz respeito ao cometimento de crimes tipificados em diversos artigos de nossa legislação penal, tais como a intenção deliberada de promover a erotização e sexualização precoce de crianças e adolescentes (conforme reconhecido esta semana em comunicado oficial do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul), apologia à pedofilia e a zoofilia, exposição de crianças e adolescentes à pornografia explícita e vilipêndio de símbolos religiosos.

Ignorar esses aspectos criminosos explícitos e tentar mudar o foco da discussão para sugerir que ocorreu algum tipo de cerceamento de liberdade de expressão artística, ou ainda sugerir a possibilidade de comparar o lixo criminoso exibido na exposição com obras de arte da antiguidade clássica, não passa de vigarice intelectual. Uma vigarice na qual a grande imprensa e quase toda a elite da pseudo-intelectualidade brasileira estão empenhando-se com dedicação e afinco.

#CriticaNacional #TrueNews

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE