por paulo eneas
Um contingente de cerca de mil homens das Forças Armadas Brasileiras iniciaram na tarde dessa sexta-feira uma operação de cerco à favela da Rocinha, na zona sul da capital carioca. A operação decorre de um pedido formal do Governo do Estado do Rio de Janeiro ao Governo federal, que ordenou a ação por meio do Ministério da Defesa, após uma manhã inteira de intensa troca de tiros entre facções rivais do crime organizado que controla a favela. O objetivo declarado do cerco é o de dar suporte à incursão que a Polícia Militar irá fazer na área.

Como tem sido recorrente nos últimos anos, o mesmo estamento burocrático que há décadas exerce o poder no país e implementa políticas públicas de viés ideológico esquerdista que objetivamente favorecem e facilitam o aumento da criminalidade e da violência, vê-se na contingência de novamente recorrer à única instituição que desfruta de reputação e prestígio junto à imensa maioria da população, as Forças Armadas, para fazer o gerenciamento de uma crise que esse próprio estamento criou, e que não tem intenção política de resolver.

O problema da violência e da criminalidade no Brasil, expresso de maneira cristalina no drama vivido pelos moradores dos morros cariocas que vivem na prática sob as leis de um estado paralelo controlado pelo crime organizado, não decorre da falta de recursos, ou de uma suposta incompetência ou má gestão. A violência e a criminalidade são resultado da implantação e adoção deliberadas de políticas públicas e mecanismos legais esquerdistas que favorecem o mundo do crime, e dificultam e impedem o trabalho das polícias.

Estas políticas facilitadoras do crime estão presentes em todas as esferas do Estado brasileiro, especialmente no judiciário. Basta lembrar que dentre os criminosos identificados como sendo responsáveis pela guerra civil implantada hoje na Rocinha, muitos já haviam sido presos pela polícia, mas foram colocados em liberdade pela justiça. Contribui também para o aumento da violência e da criminalidade instituições como a grande imprensa e o meio acadêmico, que glamorizam o mundo do crime, vitimizam o bandido e demonizam o trabalho das polícias.

A presença das Forças Armadas na Rocinha será benéfica para a imensa maioria dos brasileiros que lá moram, que seguramente são pessoas do bem. Na hipótese de ocorrer algum confronto com criminosos, seguramente as forças militares e policiais, muito mais bem preparadas, sairão vencedoras. No entanto, caso ocorra alguma baixa entre criminosos, já podemos antecipar narrativas mentirosas que serão criadas pela grande imprensa e por segmentos do estamento burocrático, especialmente integrantes do Ministério Pública, para mais uma vez tentar vitimizar o criminoso e condenar as forças policiais e militares em operação na favela. Será, portanto, a reprise de um filme, cujo roteiro oculto mostra que o poderio do crime organizado não está na Rocinha, mas sim em Brasília.

Com a colaboração de Angelica Ca. #CriticaNacional #TrueNews

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