por angélica ca & paulo eneas
A Itália vem sofrendo um crescimento demográfico sem precedentes com a crescente entrada de imigrantes em seu território. O país é hoje um dos principais pontos de entrada de pessoas que querem entrar no continente europeu através do norte da África. Este crescente aumento na entrada de imigrantes, tem deixado a maioria da população preocupada e aflita.

Os dados estatísticos do Centro Machiavelli dão conta de que em janeiro desse ano havia mais de cinco milhões de estrangeiros residentes em solo italiano. Esse número representa um crescimento de cerca de 25% em relação a 2012, e responde por um crescimento espantoso de 270% em um período de uma década e meia. No ano de 2002, os estrangeiros representavam apenas 2.40% da população italiana. Quinze anos depois, esse número mais que triplicou, e os estrangeiros passaram a representar 8.30% da população da Itália.

O relatório do mesmo centro de pesquisa afirma ainda que até 2065 os imigrantes de primeira e segunda geração ultrapassarão 22 milhões de pessoas, ou que passaria a corresponder a mais de 40% da população total da Itália. Somente neste ano a Itália recebeu mais de 93 mil migrantes principalmente sub-saarianos e bengalis, que chegaram de barco ao sul do país. Esse número representa um aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com dados oficiais do governo italiano, o número de pessoas que chegaram nas costas italianas aumentou quase 7% desde o início do ano.  Existem atualmente 94 mil pedidos encaminhados às autoridades italianas. Acredita-se que esse número poderá aumentar para cerca de 200 mil pedidos até o final do verão europeu. 

O problema da imigração promete ser um enorme campo de batalha no qual as forças políticas italianas irão se confrontar nas próximas eleições gerais do país, que ocorrerão no ano que vem. No momento, as principais lideranças políticas têm endurecido suas posições em relação a temas que são caros aos globalistas e seus aliados muçulmanos, como a proteção das fronteiras e a crise migratória que assola país a partir de sua costa mediterrânea.

Há poucos dias o Papa Francisco deu mais uma declaração na qual expressa seu alinhamento com a agenda, e com a retórica, islâmico-globalistas ao afirmar que estaria preocupado diante dos sinais de intolerância, discriminação e xenofobia que surgiram em diferentes regiões da Europa. É o tipo de retórica que serve apenas para legitimar as políticas pró-islâmicas impostas pela elite da União Europeia, políticas essas que atentam contra a soberania dos estados nacionais e contra própria civilização ocidental que a Igreja ajudou a construir.

Sem proteger e defender sua identidade cultural e religiosa, em breve o continente europeu deixará de ser a terra da civilização ocidental judaico-cristã e passará a ser o novo lar de uma outra civilização que irá se impor não pelas armas de guerra convencionais, mas pela guerra ideológico-cultural e pela realidade  inescapável da superioridade demográfica.

Pesquisa e preparação de texto: Angélica Ca. Edição de texto: Paulo Eneas
#CriticaNacional #TrueNews

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE