por paulo eneas
O prefeito da capital paulista, o social-democrata tucano João Doria, irá reunir-se com artistas cariocas em um evento no final desse mês no Rio de Janeiro, segundo informa nota do jornal O Globo. Segundo a nota, o encontro ocorrerá em um jantar para cerca de oitenta convidados artistas e intelectuais, e será feito no Jardim Botânico, bairro onde fica a sede das Organizações Globo. Não será se surpresa se entre os convidados da elite da esquerda carioca estiverem presentes também os mesmos artistas globais que fizeram vídeos defendendo a pedofilia e a exposição de crianças a cenas de nudez, sob pretexto de defesa da liberdade de criação artística.

Esta será  a segunda vez que o prefeito paulistano irá reunir-se com a elite da esquerda caviar carioca. O primeiro encontro ocorreu no Gávea Golf Club em junho desse ano, conforme mostramos no artigo João Doria Em Pré-Campanha Presidencial No Rio De Janeiro publicado aqui no Crítica Nacional naquele mesmo mês. Esse primeiro encontro foi organizado pelos empresários Paulo Marinho e José Bonifácio Sobrinho, das Organizações Globo, e pelo empresário Ricardo Amaral, conforme mostramos no artigo.

A iniciativa desse segundo encontro programado para o final desse mês é mais um passo pensado e calculado pelo prefeito paulistano em seu esforço de apresentar-se como a alternativa e a opção viável e palatável da esquerda para a próximas eleições presidenciais. A iniciativa também confirma a análise que fizemos há poucos dias no artigo Favoritismo De Jair Bolsonaro Inquieta O Establishment Político.

Nesse artigo afirmamos que o crescimento do nome de Jair Bolsonaro como candidato da direita obrigaria João Doria a fazer uma mudança de estratégia: abandonar a fantasia de pseudo-direitista, sepultar a ideia de uma imaginária nova direita, e assumir-se como aquilo que de fato ele é: uma opção da esquerda social-democrata, despida e descolada da imagem desgastada do petismo, e repaginada com a incorporação de itens de uma agenda liberal. Os movimentos recentes do prefeito, seus pronunciamentos  e principalmente suas ações à frente da prefeitura confirmam a nossa análise.

João Doria: um político consistentemente de esquerda e apoiador do islã
A gestão do prefeito paulistano tem estado em linha com o papel objetivo que ele desempenha de ser um homem de esquerda, de discurso calibrado às circunstâncias e ancorado no antipetismo de conveniência, e perfeitamente alinhado com as pautas relevantes da agenda globalista. Isso fica visível, por exemplo, no apoio da prefeitura paulistana às ações desarmamentistas e às iniciativas de proselitismo islâmico nos bairros pobres da capital paulista, como no caso do programa Islã Solidário.

O programa é uma iniciativa de propagação do islã, camuflada por meio de ações sociais, e financiada pela Federação de Associações Islâmicas do Brasil (Fambras), por Mohammad bin Rashid Al Maktoum, pela Global Iniciative e pela Embaixada dos Emirados Árabes Unidos. Esse programa irá promover no próximo final de semana mais uma ação de proselitismo islâmica na capital paulista, como pode ser visto em detalhes nesse link aqui. A iniciativa conta com o apoio institucional da Prefeitura de São Paulo.

Como já destacamos aqui no Crítica Nacional mais de uma vez, o alinhamento da prefeitura paulistana comandada por João Doria com os interesses do mundo islâmico ficou evidenciado em mais de uma oportunidade. Em uma dessas oportunidades, a Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura saiu em defesa dos terroristas muçulmanos que praticaram um atendado a bomba contra manifestantes que protestavam pacificamente contra a nova lei de imigração. O episódio ocorreu em maio dessa ano e foi descrito no artigo Atentado Terrorista Muçulmano Na Avenida Paulista: A Narrativa Mentirosa Da Imprensa e também no artigo A Eficiência Da Gestão Social-Democrata: Prefeitura Paulistana Contra O Direito De Defesa, publicado em junho desse ano.

João Doria: o candidato de Jean Wyllys para o segundo turno
O cenário político brasileiro caminha para a consolidação e o favoritismo absoluto do nome de Jair Bolsonaro para as eleições presidenciais do ano que vem. A esquerda, por sua vez, está em busca de uma bússola para achar o seu rumo e encontrar um nome capaz de fazer frente ao favoritismo da direita. De nossa parte avaliamos que  João Doria será esse nome que irá unir toda a esquerda para a tarefa, desde peessedebistas até psolistas, a despeito de seus atritos, em grande parte aparentes e mero jogo de cena, com o governador tucano Geraldo Alckmin. Já dizíamos isso meses atrás e recentemente o próprio Jean Wyllys, do PSOL, deixou claro em uma entrevista sua opção por João Doria contra Jair Bolsonaro, como mostra o vídeo abaixo.

Se a esquerda irá encontrar essa bússola, não sabemos. Mas ela sabe muito bem onde buscá-la e fará isso consolidando sua aliança com o islã, reafirmando sua adesão às pautas globalistas, sempre temperando-as com alguns itens de um programa econômico liberal para seduzir os mais incautos,  e até mesmo angariando apoio junto a artistas globais defensores da pedofilia sob pretexto de liberdade artística. E nenhum político de esquerda tem se esmerado tanto como João Doria em seguir esse roteiro e esse script na busca por essa bússola. #CriticaNacional #TrueNews.



 

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