Europa: Não Existe Problema De Imigração Mas Sim De Islamização

O resultado das eleições austríacas realizadas nesse fim de semana, e que iremos analisar em mais profundidade em outro artigo hoje mais tarde, expressa um problema muito mais profundo que a imprensa ocidental mente e omite ao retratar. A direita venceu as eleições naquele país tendo por pauta principal a rejeição à União Europeia e suas políticas centralizadoras e atentatórias contra a soberania dos estado nacionais, especialmente as políticas pró-islâmicas.

A grande imprensa fala em divergências sobre políticas imigratórias. Mas esta expressão não reflete o que está realmente em disputa desde o ano passado entre a elite de esquerda globalista que governa o continente e as forças soberanas e nacionais que a ela se opõem. O que está em questão no continente europeu é a tentativa das forças políticas nacionais de cessar o processo de islamização do continente, processo esse iniciado por essa mesma elite de esquerda globalista, com o objetivo de explícito de pôr um fim à civilização ocidental.

Essa islamização está longe de ser um processo imigratório usual e natural, mas reflete um esforço deliberado de substituição de populações por meio de engenharia social, e que já avançou a passos largos na Suécia, Bélgica, França e Reino Unido. A resistência contra a islamização ocorre principalmente no leste europeu, como por exemplo na Polônia e Hungria. As eleições austríacas desse domingo foram mais um capítulo desse longo processo de resistência, e não podem ser explicadas apenas como simples divergências sobre questões imigratórias. 

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