por paulo eneas
Uma iniciativa de sugestão legislativa apresentada no website do Senado Federal propõe que seja revogada a Lei No. 12612 que institui Paulo Freire como patrono da educação brasileira. A proposta foi elaborada por Steh Papaiano, estudante de direito e integrante da coordenação do grupo Direita São Paulo. A iniciativa é extremamente relevante e reflete o entendimento correto a respeito daquela que seja talvez a nossa principal mazela: um sistema educacional que encontra-se entre piores dentre os principais países do mundo, por qualquer critério que seja adotado.

Nas últimas décadas o país vem formando gerações de analfabetos funcionais portadores de diploma. São milhões de jovens que anualmente saem diplomados das escolas sem conhecerem a norma culta do idiota nacional, virtualmente ignorantes em lógica elementar e em fundamentos de ciências naturais, e que no máximo conhecem um pouco da história do país ou da história universal unicamente por meio das narrativas e deturpações filtradas pelas lentes ideológicas do marxismo vulgar. 

Ao contrário do discurso mentiroso das máfias e grupelhos esquerdistas que controlam os aparelhos sindicais do setor de educação, principalmente da educação pública, esse quadro desolador não é resultado da falta de verbas. O problema da educação brasileira não é nem nunca foi falta de verbas, mas sim o fato de aparato educacional público e privado do país ter sido tomado de assalto pela mentalidade esquerdista que o contaminou com o embuste teórico do socioconstrutivismo e pela influência emburrecedora de Paulo Freire.

O comunista Paulo Freire elaborou uma cartilha para doutrinação marxista revolucionária destinada a adultos analfabetos e que foi eufemisticamente chamada de método de educação freireano, ainda que muito do que continha esse suposto método fosse apenas cópia de técnicas análogas desenvolvidas por outros comunistas, especialmente da antiga União Soviética. Sua produção pseudo-teórica, como a Pedagogia do Oprimido e outras, consiste em um dos maiores embustes do meio acadêmico brasileiro.

Essas credenciais esquerdopatas foram o bastante para que, durante a era petista, fosse aprovada uma lei instituindo Paulo Freire como patrono da educação brasileira, coroando assim um longo processo esquerdista de destruição da inteligência nacional das presentes e futuras gerações por meio da disseminação generalizada das falácias freireanas e construtivistas em todo nosso sistema educacional, tornando-o um dos piores do mundo inteiro.

A revogação do título de patrono da educação nacional conferido a Paulo Freire, que foi na verdade o coveiro e algoz da inteligência brasileira, é um primeiro passo de uma longuíssima caminhada que precisará ser feita para reconstruir, quase a partir do zero, um sistema de educação nacional digno desse nome, e não um arremedo como o que temos hoje e que presta-se tão somente a formar analfabetos funcionais a serviço de uma causa revolucionária.

Convidamos o leitor a apoiar esta de sugestão legislativa para revogar a lei que institui Paulo Freire como patrono da educação nacional. Basta basta clicar nesse link aqui para acessar o website do Senado Federal e votar a favor da proposta.

No link abaixo encontra-se o vídeo de uma transmissão online feita essa semana da qual participaram Marcela Villas Boas e Steh Papaiano, que debateram sobre a farsa educacional freireana e o construtivismo, mostrando como esse envenenamento de nossa educação  produzido por altos doses de ideologia marxista resultou, entre outras sequelas, a preparação do caminho para a entrada, muitas vezes ilegal, nas salas de aula da hedionda ideologia de gênero. #CriticaNacional #TrueNews