por paulo eneas
O editor do Canal Terça-Livre, Allan dos Santos,  informa em seu perfil na rede social que nessa segunda-feira irá reunir-se com o Ministro da Educação para tratar do tema da retirada da ideologia de gênero da BNCC, a Base Nacional Comum Curricular. A proposta de inclusão da excrescência pseudocientífica chamada ideologia de gênero na educação formal brasileira foi rejeitada pelo Congresso Nacional ainda no ano de 2014, quando da votação do Plano Nacional de Educação. O plano aprovado naquele ano por meio da Lei 13.005 delegou aos estados e aos municípios a decisão de incluir ou não a ideologia de gênero em seus respectivos planos de educação.

A ideologia de gênero vem sendo rejeitada em vários municípios nas votações nas Câmaras Municipais. Um levantamento feito pela Rede Família, conforme indicado no vídeo de Felipe Nery logo abaixo, mostra que mais de 3.700 cidades brasileiras já rejeitaram a proposta de levar a ideologia de gênero para as salas de aula, especialmente na educação infantil.  A ideologia de gênero também foi rejeitada em todas as capitais e na maioria das Assembleias Legislativas estaduais.

O MEC aparelhado não respeita a lei
Existe, portanto, uma clara rejeição por parte da imensa maioria dos brasileiros em relação à ideologia de gênero. A despeito dessa rejeição e da decisão tomada pelo Congresso Nacional, o MEC vem simplesmente ignorando a lei tentando impor a ideologia de gênero na marra, à revelia do que diz a legislação. Esse ativismo ilegal e pró-ideologia de gênero por parte do Ministério da Educação teve início já no ano seguinte à aprovação do Plano Nacional de Educação quando, durante a realização da Conferência Nacional de Educação, patrocinada pelo MEC, as chamadas questões de gênero foram novamente incluídas nas resoluções da conferência.

Logo após a conferência, teve início a elaboração do Base Nacional Comum Curricular, a BNCC, cujo conteúdo está repleto de temas de ideologia de gênero em diversas áreas, incluindo ensino de artes e de história. A BNCC deverá entrar em vigor esse ano e terá força de lei, pois constitui-se em um conjunto de diretrizes obrigatórias para todo sistema educacional, público ou privado, do país.

Se for aprovado da forma em que está, a BNCC estará indo contra a Lei 13.005 que institui o Plano Nacional de Educação, aprovada em 2014. Vários dispositivos da BNCC também ferem artigos dos Estatuto da Criança e do Adolescente, além de ir contra um artigo da Declaração dos Direitos Humanos de 1948, que afirma que as famílias têm prioridade quanto a decidir que tipo de educação deve ser dada a seus filhos.

Uma pseudo-ciência que já causou mortes e transtornos psíquicos
A ideologia de gênero é uma criação pseudocientífica do pensamento revolucionário que tem como objetivo declarado de seus proponentes, como Sulamita Firestone e Judith Butler, entre outros, desconstruir a identidade dos indivíduos, partindo do conceito artificial de gênero como elemento constituinte da identidade sexual de uma pessoa. Essa suposta identidade de gênero seria definida socialmente e de modo independente da biologia e, portanto, do sexo do indivíduo. A ideologia de gênero encontra-se na base aberrações como a fantasiosa ideia de mudança de sexo ou de neutralidade de gênero (na verdade, neutralidade de identidade sexual) em crianças.

Essa ideologia tem sido responsável por mortes e transtornos psíquicos de milhares de pessoas no mundo inteiro, incluindo crianças e adolescentes, além de adultos homossexuais. Estimativas mostram que o número de suicídios entre pessoas adultas que submeteram-se a mutilações por meio de operações para uma suposta mudança de sexo é de quinze a vinte vezes maior que na população em geral. Esta pseudo teoria é uma das mais criminosas criações da mentalidade revolucionário, razão pela qual ela é apoiada e defendida no mundo todo por partidos de esquerda de todas as correntes, desde socialdemocratas e liberais até os trotskistas. 

Ao propor a desconstrução da identidade do indivíduo substituindo-a por uma suposta construção social de uma identidade dissociada de seu sexo, a ideologia de gênero mira essencialmente na família, com o propósito destruí-la como base da civilização ocidental, e desta forma levar adiante a agenda preconizada há quase um século pelos criadores da Escola de Frankfurt, que de certa forma reinventaram o marxismo para além da luta de classes com o objetivo explícito de minar e destruir a civilização ocidental de base judaico-cristã.

Petição online pela retirada da ideologia de gênero da BNCC
Existe uma petição online no site CitizenGo que exige a retirada ideologia de gênero da Base Nacional Comum Curricular. Essa petição já conta com quase 350 mil assinaturas e pode ser acessada nesse link aqui. Convidamos e sugerimos ao leitor do Crítica Nacional que acesse o link acima e assine a petição. #CriticaNacional #TrueNews


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