por paulo eneas
Os conservadores acertaram na estratégia de denunciar a apologia à pedofilia presente em recentes exposições em museus de Porto Alegre e de São Paulo. Nestas exposições as crianças eram expostas a conteúdos pornográficos e de zoofilia. Em uma delas havia um ambiente em que as crianças eram estimuladas a tocarem-se mutuamente. Em outra, e que causou mais indignação na população, uma criança foi estimulada a tocar um homem nu deitado no solo.

Como resultado dessa pressão na opinião pública, a CPI do Maus Tratos à Infância do Senado Federal deliberou nessa quarta-feira pela condução coercitiva de Wagner Schwartz, o homem que ficou nu no MAM enquanto uma criança o tocava, e de Gaudêncio Fidelis, curador da exposição Queer Museu em Porto Alegre, esta última patrocinada pelo Banco Santander. A condução coercitiva significa que ambos serão conduzidos por meio do emprego de força policial, para depor na CPI.

A estratégia usada pelos conservadores de denunciar a apologia à pedofilia nesses eventos foi correta e produziu os efeitos esperados em termos de guerra política. A condução coercitiva de dois dos protagonistas desses crimes à CPI do Maus Tratos é uma evidência desse acerto. As críticas surgidas naquele período, que afirmavam ser um erro acusar as exposições de fazerem apologia à pedofilia, mostraram-se sem fundamento, pois partiam de uma suposição equivocada: a de que a guerra política deve pautar-se estritamente pelas possibilidades dadas na esfera da atuação jurídica.

Obviamente essa suposição não faz o menos menor sentido. A guerra política é travada essencialmente no âmbito do imaginário das pessoas, de seus valores éticos e morais, e não pode de modo algum ser pautada pelas minudências de um instrumento jurídico específico. A pressão política surtiu efeito porque os conservadores sensibilizaram a opinião pública falando o tempo todo em pedofilia, com todas as letras, e não no infringimento de um artigo específico do código penal ou do ECA.

É evidente que na esfera jurídica, que é outro terreno da guerra política, a atuação deve ser pautada pelas possibilidades dadas pelo ordenamento legal. Como já é sabido, em decorrência do aparelhamento promovido pela esquerda na instituições de Estado, o ordenamento legal brasileiro vem sendo modificado ao longo dos anos, tornando-se cada vez mais leniente com a pedofilia. O objetivo último do movimento comunista é completa descriminalização dessa prática odiosa por meio da vitimização do pedófilo e a criminalização de quem condena a prática através do conceito pedofilofobia, que passaria então a ser crime.

Esse dado objetivo coloca um desafio para os operadores do direito na atuação contra a pedofilia e os pedófilos na esfera jurídica. No entanto, insistimos mais uma vez, a constatação desse fato objetivo não significa tomá-lo como bússola para a guerra política junto à opinião pública. No nosso entender, toda e qualquer iniciativa promovida pela esquerda envolvendo crianças e sexo pode e deve ser denunciada, na esfera da opinião pública, como pedofilia ou apologia à pedofilia. A decisão da CPI do Maus Tratos evidenciou que esta é a estratégia correta a ser seguida. #CriticaNacional #TrueNews

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2 COMENTÁRIOS

  1. Excelente. Quanto mais gente se posicionar contra essas bestialidades da cartilha globalista, por todos os meios pacíficos possíveis, melhor.

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