por paulo eneas
A vigarista intelectual Judith Butler, uma das principais agentes do movimento comunista-globalista internacional e promotora da criminosa ideologia de gênero, encerrou sua visita ao Brasil. Acreditamos que ela dificilmente retornará ao nosso país, pois provavelmente percebeu a força de nosso movimento conservador, que deixou claro em diversas oportunidades o rechaço da maioria dos brasileiros não apenas às suas ideias, como a ela própria. 
Em sua passagem pelo país,  Judith Butler também destilou seu antissemitismo e seu ódio a Israel, em uma palestra realizada em uma faculdade na zona sul da capital paulista.

Os conservadores cumpriram seu papel em diversas oportunidades. No dia 7 de Novembro, durante palestra de Judith Butler no Sesc Pompeia, foi organizado um ato de protesto na porta da entidade. A despeito da narrativa mentirosa e rancorosa produzida pela grande imprensa, o fato  é que o ato de repúdio foi significativo e repercutiu no país inteiro. O vídeo abaixo mostra a cobertura feita pelo Crítica Nacional ao longo de todo o ato.



Ainda durante a palestra no Sesc Pompeia, os conservadores não limitaram-se à manifestação externa na porta da entidade. Uma ativista conservadora, Sandra Cordeiro, conseguiu ter acesso à palestra e a acompanhou do início ao fim. O Crítica Nacional a entrevistou, e a gravação da entrevista encontra-se no segundo vídeo abaixo. Entre as informações muito relevantes trazidas pela entrevistada, está o testemunho dado pelos próprios comunistas de como as nossas ações causaram impacto sobre eles, incluindo as centenas de milhares de assinaturas do CitizenGo expressando o repúdio à presença de Judith Butler no Brasil. A entrevista pode ser vista no vídeo abaixo.


E por fim, na sexta-feira, dia da partida de Judith Butler do Brasil, um pequeno grupo de ativistas conservadores fez um protesto no Aeroporto de Congonhas. Esse grupo, formado por mulheres, foi agredido por delinquentes de esquerda e o caso de agressão foi levado à delegacia de polícia. A grande imprensa fez um estardalhaço com uma narrativa mentirosa, segundo a qual a comunista Judith teria sido agredida. Para elucidar os fatos, entrevistamos a Sra. Neusa Oliveira, uma das manifestantes, que relatou o ocorrido em detalhes o ocorrido, conforme pode ser visto no áudio abaixo.



Pode-se dizer que a vinda de Judith Butler ao Brasil representou um tiro no pé dado pela esquerda. Sua vinda serviu para mostrar a força do movimento conservador brasileiro, testemunhada pelos próprios comunistas em suas falas durante uma das palestras da vigarista intelectual travestida de filósofa. Acreditamos que Judith Butler nunca mais voltará ao país. Mas o mais importante é que sua vinda serviu para deixar claro para os comunistas que eles não mais detêm o monopólio da guerra política.

Sua vinda também serviu para mostrar aos comunistas que, apesar de estarem sentados sobre uma montanha de recursos e apesar da ocupação que ainda exercem na grande imprensa, para cada ação que eles empreenderem visando avançar sua agenda ideológica, haverá uma resposta à altura dada pelo crescente e cada vez mais forte e articulado movimento conservador brasileiro. Os comunistas sabem disso, e essa foi a principal lição que Judith Butler levou de volta para sua casa, razão pela qual ela tem motivos de sobra para nunca mais querer colocar os pés em nosso país. #CriticaNacional #TrueNews

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