por paulo eneas
Uma petição hospedada no site Avaaz pede ao primeiro-ministro Sueco que o país troque sua bandeira, que é azul com uma cruz amarela, e a substitua por outra com o símbolo da crescente islâmica. O texto da petição diz que a bandeira sueca é uma lembrança constante do passado negro e opressivo do país. O texto prossegue afirmando que refugiados e migrantes são forçados a viver sob a Cruz Cristã, um símbolo dos Cruzados que massacraram milhões de vidas muçulmanas inocentes no passado sueco. E conclui o segmento dizendo que os migrantes querem viver em um local seguro e em paz.

Além da mentira histórica repetida à exaustão sobre a natureza das Cruzadas, que praticamente inexistiram na região que hoje forma o território sueco, o texto usa um argumento de embate político contra as correntes que defendem a sobrevivência da Suécia como nação, correntes estas que o texto chama de ultra-nacionalistas e de extrema direita: segundo o texto, como a bandeira sueca é usada como símbolo por grupos que o texto considera racistas e xenófobos, a troca da bandeira resolveria esse problema.

Ao final, o texto alega que a Cruz representa apenas os cristãos, enquanto que o símbolo da crescente, com a lua e a estrela, representaria não apenas a solidariedade dos suecos com os muçulmanos como também a própria natureza, e seriam o símbolo de uma cultura de paz e tolerância. O absurdo da petição é tal que muitos a consideram uma trolagem feita pela 4Chan, como mostra reportagem do InfoWars. No entanto, apesar disso, a petição já alcançou quase quatro mil assinaturas.

O leite como símbolo racista
Se existe dúvida a respeito da seriedade da tal petição para a mudança da bandeira sueca, tal dúvida não existe a respeito da suposta natureza racista do leite. Um relatório preparado pela Total Defense Research Institute a pedido do governo sueco conclui que o leite é um símbolo racista cujo uso pode simbolizar a ideia de supremacia branca. O relatório foi elaborado com o objetivo de analisar o que o governo socialdemocrata sueco chama xenofobia na internet.

A Suécia é o país europeu onde mais existe censura e cerceamento à liberdade de expressão para fins de proteção ao islã, sempre sob o pretexto de combater supostos crimes de ódio. Cidadãos suecos podem ser multados, ou mesmo presos, se expressarem alguma contrariedade com as políticas imigratórias pró-islâmicas levadas a cabo pelo governo globalista e socialdemocrata do país.

A Suécia é também o país que apresenta a maior taxa de estupros na Europa, em sua esmagadora maioria praticados por invasores islâmicos. É o país que, em termos relativos, recebeu nos últimos anos o maior número de supostos refugiados. A legislação do país criminaliza a chamada islamofobia, ao mesmo tempo em que permite ao Estado tirar facilmente a guarda dos filhos de uma família se houver “acusação” de educação domiciliar cristã ou se os país impedirem que seus filhos sejam expostos ao ensino de ideologia de gênero nas escolas.

E como se estes fatos não bastassem para evidenciar a insânia que a engenharia social pautada pelo politicamente correto e pelo multiculturalismo anticristão e pró-islâmico promove no país, em 2015 a bispa lésbica Eva Brunne sugeriu que os símbolos cristãos fossem retirados de uma Igreja da localidade de Seamens, como mostra reportagem do InfoWars. Segundo a bispa, com a retirada dos símbolos, os muçulmanos poderiam utilizar as instalações da Igreja para seus cultos, sem sentirem-se ofendidos. #CriticaNacional #TrueNews

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1 COMENTÁRIO

  1. O leite como símbolo racista?

    Estão doidos. São desequilibrados mentais. A demagogia levado ao extremo. A Suécia tornou-se em estado utópico. Já não se pode levar a sério aquela nação.

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