por emma sarpentier
O ditador Nicolas Maduro vem promovendo um genocídio do povo venezuelano. Um genocídio que obedece aos interesses de um grupo criminoso que enriquece-se com o narcotráfico e a lavagem de dinheiro, às custas da saúde física e mental de nosso povo. E não se trata aqui de uma crise humanitária, mas sim de um genocídio aberto e silencioso, cujo principal responsável foi o falecido comunista Hugo Chávez, mas que também deve-se às forças armadas venezuelanas que nos massacra, bem como o ditador Nicolás Maduro. 

Esse genocídio deve-se também a Nicolás Maduro, um homem inepto que usurpa a presidência do meu país e que dança alegremente e zomba nas nossas caras, enquanto apropria-se arbitrariamente da posse das dos outros e nos mata de fome. O genocídio é o horror dos extermínios, porque ignora e não preocupa-se com a vida humana. Para o regime comunista, a minha vida é algo sem valor.

Diante desse cenário, cabe-nos perguntar: Não há uma mínima consciência desse genocídio, do mistério que habita em cada um de nós? Quanta escuridão o coração humano pode armazenar? E quanto de nobreza? O que faz com que coração de Nicolás Maduro seja impiedoso e assassino? E o meu inclinado a amar e confortar os outros? Porque o choro e a dor da criança com fome me provocam um choro contido, sinto que uma parte é separada da minha alma, sempre que a morte leva a criança sem que pudesse conhecer a alegria de viver. 

Todo o tempo eu penso como poderia entrar na mente do sátrapa e deixá-lo com um sopro de consciência e a visão de um país triste, frustrado e com fome. Nicolás Maduro e sua gangue de narcotraficantes cometem crimes obscuros e traiçoeiros: eles nos enviam para a prisão apenas por ser parte da dissidência, nos submetem a julgamentos em tribunais cúmplices do poder, eles enganam, mentem sem um pingo de vergonha, e são os artífices das fraudes eleitorais e do completo aparelhamento de nosso sistema judiciário. 

Diante do colapso de nosso país, a comunidade internacional precisa compreender quer que aqui não há nenhuma crise humanitária no sentido usual do termo.  O que existe na Venezuela hoje é um processo genocida que vai além das crianças mortas nos hospitais, a fome, o êxodo dos estudantes e profissionais e nossa ostensiva perda de peso. O genocídio continua sua marcha sem cessar e a permanência de Nicolás Maduro no poder já pode ser  contada em número de mortos.

As vítimas do genocídio que o narco-socialismo bolivariano está promovendo em meu país são as crianças e os idosos, que não suportam a fome e rapidamente tornam-se malnutridas até morrerem. A revolução socialista bolivariana é eficiente na sua maquinaria da morte. Com a fome, a falta de remédios e alimentos, o socialismo bolivariano torna-se uma cópia fiel do sistema criado por Stalin ou Hitler, faltando apenas os fornos para incinerar cadáveres.

Na Venezuela ocorre o maior genocídio dos últimos tempos. Com o dinheiro advindo do tráfico de cocaína, o regime contrata paramilitares e mercenários colombianos e de outros países, bem como também bandos de criminosos internos, com o objetivo de semear o terrorismo e a morte no país. Todas as instituições do estado foram sequestradas pelo regime comunista e terrorista cubano que, juntamente com o Foro de São Paulo, financiam os assassinos e terroristas para executar suas ações perversas. contra um povo faminto e desarmado.

Emma Sarpentier é dirigente do Movimento de Resistência Venezuelana Rumbo Libertad e colaboradora do Crítica Nacional em Caracas. Edição de texto de Paulo Eneas. #CriticaNacional #TrueNews

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