por paulo eneas
Na tarde do último sábado o Crítica Nacional entrevistou o Coronel Enio Fontenelle, oficial reformado do Exército Brasileiro, ex-diretor do SNI (Serviço Nacional de Informações) e um estudioso de assuntos de estratégia e geopolítica. Durante mais de uma hora de conversa, o coronel falou a respeito da cisão ocorrida no seio dos globalistas, a Nova Ordem Mundial, e como essa cisão vendo sendo refletida em mudanças importantes no cenário geopolítico internacional, tais como o Brexit, a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, e o crescimento da direita no continente europeu.

No que diz respeito ao Brasil, Enio Fontenelle foi enfático em assinalar que na disputa eleitoral do ano que vem em nosso país, estarão presentes todos os elementos de estratégia e de métodos de ação que refletem a disputa ora em andamento no resto do mundo entre globalistas e anti-globalistas. Em particular, o coronel enfatizou como os globalistas e seus aliados comunistas irão jogar suas fichas no descrédito da população com o processo eleitoral por meio do incentivo à abstenção ou anulação do voto, e mostrou como esse expediente tem sido usado para favorecer as esquerdas e os globalistas nos processos eleitorais no mundo ocidental.

Na entrevista também foi falado a respeito de outra importante estratégia que a esquerda e os globalistas têm usado mundo afora e que estará presente na nossa disputa no ano vem: a fabricação artificial de um nome comprometido com a esquerda e com os globalistas, e que será apresentado como um suposto direitista ou de centro-direita. Os sinais dessa estratégia já vem sendo dados por meio de balões de ensaio, como o do prefeito tucano paulistano e o apresentador de televisão da grande emissora global e globalista.

Esses nomes, e outros ocasionais que têm aparecido e que ainda irão aparecer, são nitidamente comprometidos com establishment político e com pautas e interesses da elite de esquerda e globalista, mas procuram apresentar-se como uma suposta direita maleável ou centro-direita. Para esse estratégia de dissimulação, procuram valer-se do sentimento antipetista presente na população em geral, bem do uso de certos tópicos de uma agenda liberal que servem como palavras-gatilho ou canto de sereia para a sedução de setores liberais que insistem na ingenuidade de acreditar na primazia da pauta econômica nos embates políticos pela disputa de poder.

A entrevista também tratou de outra estratégia importante usada pelos globalistas: a tentativa de promover, por meio de rotulagem ou mesmo demonização por meio de mentiras, o deslocamento para a suposta extrema direita de todo e qualquer nome que venha apresentar-se com uma oposição efetiva à agenda de esquerda globalista. No Brasil, essa estratégia fica visível no esforço de demonização do único nome de direita e antiglobalista que está colocado na disputa: Jair Bolsonaro. Essa demonização é feita pela grande imprensa, pelo meio acadêmico e artístico e também em menor escala por determinados segmentos liberais antipetistas que nutrem uma aversão por uma pauta autenticamente conservadora, cristã, de defesa da vida e da soberania nacional, e antiglobalista.

A entrevista foi transmitida ao vivo pela nossa página no facebook, e até o momento da elaboração desse texto já havia tido mais de 20 mil visualizações. A versão integral da entrevista para o youtube por ser vista abaixo. #CriticaNacional #TrueNews


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