por paulo eneas e angélica ca
Um estudo realizado recentemente pela Pew Research Center concluiu que a população muçulmana na Europa continuará a crescer, podendo triplicar até o ano de 2050. Essa confirmação corrobora aquilo que vem sendo alertado sobre as consequências da crescente onda de invasão muçulmana no continente europeu, invasão essa promovida pela esquerda globalista que governa o continente: em poucas décadas o velho mundo irá assistir a um genuíno processo de substituição de populações e reengenharia civilizacional.

Essa tendência de substituição populacional tem uma base objetiva e concreta:  as baixíssimas taxas de natalidade das mulheres europeias, que são desestimuladas pelo marxismo cultural a não constituir família nem a ter filhos (além das facilidades para abortar) em nome de uma pretensa libertação feminina, ao mesmo tempo em que as mulheres muçulmanas prosseguem com elevadíssimas taxas de natalidade. A proporção média no continente europeu é de um para seis, isto é, de cada sete crianças nascidas vivas no velho mundo hoje, seis são de famílias muçulmanas.

Ainda segundo o estudo, mesmo que a onda de invasão muçulmana cesse para zero nesse momento, ainda assim a população muçulmana no continente continuará a crescer. Existem hoje na Europa cerca de 25.8 milhões de muçulmanos conforme indica o estudo, que projeta um crescimento para 59.0 milhões até a metade do século, sob condições normais de imigração. Dentre os países mais afetados nesse cenário, estaria inicialmente a Suécia, cuja população passaria a ser composta de um terço de muçulmanos.

Os reinos cristãos conseguiram ao longo dos séculos passados impedir com bravura que os muçulmanos, então chamados de sarracenos ou mouros, dominassem o velho continente, o que representaria o fim da civilização ocidental judaico-cristã. A esquerda revolucionária, desde socialdemocratas fabianos e socialistas até os comunistas, decidiu nas últimas décadas que a civilização ocidental europeia tem que ser destruída.

Se essa destruição não for pela força das armas, será pela engenharia social empreendida em aliança com o islã e por meio de instrumentos de guerra cultural como o multiculturalismo e diversidade, ou por meio de instrumentos de censura, como o politicamente correto, criados justamente para proteger o islamismo em solo europeus e fazer os cristãos se subjugarem a ele.

Com informações de RT.com. #CriticaNacional #TrueNews

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